Auxílio Emergencial vai voltar a ser pago em 2021 se houver 2ª onda

O Ministro da Econômica, Paulo Guedes, admitiu a possibilidade de uma nova prorrogação do Auxílio Emergencial caso o Brasil venha a enfrentar uma segunda onda da Covid-19.

De acordo com Guedes as 67 milhões de contas criadas para pagamento do Auxílio Emergencial vão facilitar o pagamento do benefício caso ocorra a segunda onda no país.

O Auxílio Emergencial teve sua aprovação pelo Congresso e chegou como medida do governo para reduzir os impactos causados pela pandemia na economia brasileira e na vida dos trabalhados.

Atualmente os pagamentos do auxílio emergencial seguem até o final do mês que vem. Onde será pago a nona e última parcela do benefício até então.

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De acordo com Guedes caso ocorra uma segunda onda da covid-19, apesar de não ser o “plano A” do governo, a liberação do auxílio emergencial será necessária.

Paulo Guedes ainda disse que “existe possibilidade de haver uma prorrogação do auxílio emergencial? Aí vamos para o outro extremo. Se houver uma segunda onda de pandemia, não é uma possibilidade, é uma certeza. Nós vamos ter de reagir, mas não é o plano A. Não é o que estamos pensando agora”.

De acordo com o ministro o governo vem gastando aproximadamente 10% do PIB, ou seja, mais de R$ 600 bilhões no ano de 2020 para o pagamento do auxílio emergencial. Guedes ainda disse que “A pandemia está descendo, o auxílio está descendo junto, e economia voltando. Essa é nossa realidade, nosso plano A. ‘Ah, mas veio uma segunda onda’. Ok, vamos decretar estado de calamidade de novo e vamos nós, de novo, com a experiência que temos agora, recalibrando os instrumentos”.

“A pandemia está descendo, o auxílio está descendo junto, e economia voltando. Essa é nossa realidade, nosso plano A. ‘Ah, mas veio uma segunda onda’. Ok, vamos decretar estado de calamidade de novo e vamos nós, de novo, com a experiência que temos agora, recalibrando os instrumentos”, disse ele, acrescentando que, nesse caso, “ao invés de gastar 10% do PIB, como foi nesse ano, gastamos 4% [em 2021]”.

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