Auxílio por incapacidade temporária e o de incapacidade permanente são benefícios concedidos pela previdência social ao segurado que se encontra incapacitado para exercer seu trabalho.
Ambos os benefícios exigem 12 meses de carência, que consiste em um tempo mínimo de contribuições ao INSS para que o segurado tenha direito a receber um benefício.
Porém há determinadas situações em que a carência não será exigida. Confira
De acordo com o artigo 26, II, da Lei 8.213/91 no caso de acidente de qualquer natureza ou causa, que inclui o acidente do trabalho e suas devidas equiparações, os benefícios serão devidos independente do cumprimento de carência.
E também existem algumas doenças que tornam os segurados isentos da carência. Confira quais são:
Mas vale lembrar que a isenção não vale para os casos em que a pessoa já era portadora da doença antes de se filiar à Previdência Social.
Natureza Comum: É quando o segurado é afastado em razão de uma incapacidade temporária para o trabalho.
Natureza Acidentária: Na natureza acidentária do mesmo, o benefício é pago ao segurado quando ele não se recupera totalmente de uma doença ocupacional ou acidente, ficando com sequelas permanentes que reduzem a sua capacidade para o trabalho.
Ambos os auxílios podem ser requeridos pelo site ou aplicativo “Meu INSS” ou pelo telefone 135 da Previdência Social. Esteja munido de seus documentos de identificação (RG, CPF) e o número do NIT. Se a solicitação for pelo telefone não esqueça de anotar o dia e o horário da perícia.
Como a parceria com a contabilidade protege o caixa e orienta as decisões de expansão…
Esta obrigação acessória tem seu prazo de envio até o dia 31 de julho
Como a nova padronização de campos exige uma ponte rápida entre escritórios contábeis, transportadoras e…
Resolução do Conselho de Recursos da Previdência Social detalha exigências específicas para cada categoria de…
Prazo de adesão ao programa da PGFN vai até 30/09. Contudo é preciso cautela com…
Proposta que unifica regras trabalhistas para jovens e pessoas com deficiência deve retornar à pauta…