O Banco Central (BC) divulgou nessa segunda-feira o “Relatório de Gestão do Pix – Concepção e primeiros anos de funcionamento 2020-2022”. O documento traz uma radiografia do serviço de pagamento que, em menos de três anos de funcionamento, transformou a forma como os brasileiros fazem transferências e pagamentos. O relatório será o tema da Live BC#14, que acontece às 14h dessa segunda-feira (04), no canal do BC no YouTube, com o diretor de Organização do Sistema Financeiro e Resolução do Banco Central, Renato Dias de Brito Gomes.
“O Pix é um dos principais casos de sucesso globalmente na indústria de pagamentos na atualidade, assim, a divulgação desse relatório é bastante importante como forma de dar transparência às ações do BC e de prestar contas à sociedade”, disse Carlos Eduardo Brandt, chefe da Gerência de Gestão e Operação do Pix.
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Para acessar a íntegra do relatório, clique aqui. Abaixo, conheça alguns dos principais assuntos referentes aos tópicos citados acima.
No primeiro capítulo do Relatório, é apresentada toda a jornada percorrida para a criação e o lançamento do Pix. É feita uma contextualização nacional e internacional, são elencadas as razões que levaram o BC a desenvolver uma solução de pagamentos instantâneos, os objetivos públicos pretendidos e como se deu a construção do meio de pagamento.
Colocado à disposição da população em novembro de 2020, o Pix já veio com uma agenda de evolução (‘Agenda Evolutiva do Pix’) prevista para ser desenvolvida e implementada ao longo do tempo.
Nesse capítulo, o Relatório descreve os avanços ao longo de 2021 e de 2022, as destacando algumas funcionalidades e produtos lançados no período, bem como elencando os principais aperfeiçoamentos regulatórios no regramento do arranjo.
O terceiro capítulo do Relatório apresenta os dados sobre o uso do Pix até dezembro de 2022, incluindo estatísticas de transações, chaves Pix, usuários (pessoas físicas e pessoas jurídicas), instituições participantes, bem como o Pix inserido no mercado de pagamentos de varejo, comparando seu uso com outros meios de pagamentos.
Esse capítulo também traz diversas curiosidades sobre o Pix como, por exemplo, o dia que teve o recorde de transações; quantidade média de transações realizadas no último minuto do dia; valor da maior transação realizada e uma nuvem de palavras com os termos mais utilizados nas mensagens entre usuários.
Por fim, o relatório detalha a ‘Agenda Evolutiva do Pix’ para 2023, que tem como prioridade o desenvolvimento do Pix Automático e a evolução contínua dos mecanismos de segurança. Também é apresentada a visão de futuro do Pix, abordando as possibilidades de desenvolvimentos futuros, com objetivo de ampliar os casos atendidos e alavancar ainda mais seu uso, atendendo as demandas da sociedade.
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O documento cita que, mesmo já sendo bastante usado pela população para pagamentos e transferências, o Pix ainda não atingiu todo seu potencial, com alguns obstáculos por superar, com os produtos e as funcionalidades a serem desenvolvidas devendo impulsionar ainda mais intensamente o serviço.
Leia a íntegra do ‘Relatório de Gestão do Pix – Concepção e primeiros anos de funcionamento 2020-2022’ aqui. Para saber mais sobre o Pix, acesse o site do BC.
Fonte: Banco Central do Brasil
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