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Alguns benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) podem ser solicitados com o crescer da pandemia de covid-19. Alguns pedidos estão sendo realizados pela internet, já outros precisam de apresentação de perícia médica, e outros beneficiam os microempreendedores.
A pandemia está fazendo a população a recorrer cada vez mais aos benefícios pelo Governo Federal.
Para o segurado do INSS, existe uma série de pagamentos que podem ser liberados de acordo com a situação do beneficiário. A maior parte, está relacionada a questões de doença, os chamados benefícios por incapacidade.
Para as pessoas que contrair o novo coronavírus, o INSS vai garantir a manutenção do salário, através do auxílio-doença, que possa ser comprovado que a pessoa em questão, realmente está impossibilitada de trabalhar.
Sendo assim, será necessário apresentar um laudo médico e passar por uma perícia médica do INSS, em outras doenças que também afastem o trabalhador de seu ofício, o benefício deve ser liberado.
Em relação os parentes de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que faleceram, o Instituto está concedendo pensão por morte. lembrando que o valor total do salário irá variar de acordo com a quantidade de dependentes registrados nos dados do órgão. Para ter direito é preciso ainda que o falecido tenha feito suas contribuições.
O Benefício de Prestação Continuada (BPC) é um dos benefícios bastante procurado pelo cidadão com renda mínima que fica doente e não consegue mais trabalhar. O interessado em obter o benefício deverá passar por perícia médica pelo INSS. Ao ser concedido o BPC, a o beneficiado receberá um salário mínimo mensal.
Os microempreendedores individuais (MEI) desde 2020 passou a contribuir com médias de 5%, 11% e 20% do salário. Para o MEI que paga o mínimo, não tem direito a aposentadoria por tempo de contribuição.
Em relação aos outros, quanto maior o valor repassado, mais altas são as chances de ter acesso a todos os benefícios previdenciários em um curto espaço de tempo.
Vale ressaltar, que é necessário ficar atento a cada abono, pois, cada um tem uma carência de contribuição específica.
Edição por Jorge Roberto Wrigt Cunha – jornalista do Jornal Contábil
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