Após ter feito anúncio da cobrança de tarifa nas transações via Pix para pessoas jurídicas, a Caixa Econômica voltou atrás.
O anúncio irritou ministros do governo e o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A reclamação é de que a Caixa não conversou previamente com o Planalto antes de anunciar a medida.
Com a repercussão negativa, a ordem foi para que o comando do banco suspenda o anúncio até segunda ordem de Lula, que está em viagem pela Europa
A Caixa passaria a realizar cobranças de pessoas jurídicas a partir do dia 19 de julho. A cobrança não era direcionada para pessoas físicas, microempreendedores individuais (MEIs) e nem beneficiários de programas sociais.
É inegável que as transações bancárias via Pix caíram no gosto do brasileiro. Os números não deixam mentir. O Pix bateu recorde no mês de março com 3 bilhões de operações, segundo o Banco Central.
Podemos citar que a rapidez, facilidade e o não uso de papel levaram este tipo de transferência a ser muito usado. Outro fator importante é a não cobrança de taxas.
Contudo, o cliente pessoa física (PF) pode relaxar. A cobrança não será aplicada em PF, microempreendedores individuais (MEIs) e nem beneficiários de programas sociais.
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