Ciberataques: a guerra sem armas preocupa o mundo

Ciberataques contra empresas e agências do governo têm aumentado após a invasão da Rússia na Ucrânia, conforme afirmou a agência Fitch. O mundo pode estar em perigo “com o risco de ciberataques contra alvos não primários tornando-se muito mais disseminado”.

Os riscos podem ser maiores sobretudo para emissoras que vêm realizando negócios com esses países ou seus governos. Também as entidades ou países podem ser alvos de sanções ou serem acusados de interferir no contexto, afirmou a agência.

Esses ciberataques podem atingir serviços financeiros, governos e concessionárias.

O maior exemplo disso foi o ataque No Petya ocorrido em 2017 que tinha a intenção de atingir a Ucrânia e entidades financeiras, no entanto, acabou afetando sistemas de computação ao redor do mundo, criando um custo de bilhões de dólares em estragos.

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Isso significa, segundo a Fitch, que o conflito atual amplifica a tendência mais ampla de aumento no volume, no tamanho e na sofisticação desses ataques, com correspondentes riscos significativos financeiros, de reputação e legais.

Uma explicação mais didática sobre ciberataques ataque efetuado geralmente através da internet, no qual são violados sistemas informáticos, com o objetivo de espionar, provocar danos, roubar dados, etc.)

A revolução prometida pelo 5G, além das maiores velocidades, é ter muito mais coisas conectadas. A rede tem capacidade para aguentar um maior número de dispositivos online ao mesmo tempo. Essa é a base para a adoção de sistemas inteligentes para automatizar setores da indústria e até cidades.

Embora digam que a rede móvel de quinta geração, o 5G, tenha protocolos de segurança considerados o estado da arte por especialistas, um mundo cada vez mais conectado pode estar em perigo e requer cuidados com ciberataques.

Um número muito maior de dispositivos acessando a internet, as potenciais portas de entrada para hackers (o que os técnicos da área chamam de “superfície de ataque”) se multiplicam.

Jorge Roberto Wrigt

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