No dia 1° de setembro, o presidente Jair Bolsonaro confirmou a prorrogação do auxílio emergencial até o final de dezembro, mas com outro valor, R$ 300.
Em outras vezes, o presidente já havia comentado que o valor do auxílio seria abaixo dos R$ 600. A proposta será entregue para o Congresso Nacional para passar por aprovação.
Somente após a votação, que o governo pretende somente oficializar a Medida Provisória, depois que passar por votação no Congresso.
Bolsonaro afirma que o novo valor pode não ser uma quantia suficiente para cobrir todas as necessidades, mas irá atender as necessidades básicas.
A prorrogação do auxílio é por mais 4 meses com um valor de R$ 300. Sendo assim, quem começou a receber o auxílio em agosto, receberá o benefício até dezembro (totalizando 9 parcelas).
Se continuasse no valor de R$ 600,00, ao prorrogar o auxílio emergencial, o presidente Bolsonaro não precisaria da aprovação do Congresso. No entanto, ao mudar o valor, o Executivo ficará na espera da aprovação dos deputados e senadores.
Na quinta-feira (3), o presidente Jair Bolsonaro encaminhou a Reforma Administrativa para o Congresso Nacional.
Nem todos os parlamentares estão satisfeitos e já demonstraram oposição a proposta. Eles acreditam que o novo valor não é suficiente para sanar os problemas de muitas famílias e indivíduos em situação de dificuldade.
“Bolsonaro surfou na produção da oposição e do Congresso Nacional e ganhou popularidade. Mas, agora, se revela através da proposta dos R$ 300, que não resolve o problema das famílias e nem ajuda a mudar a realidade da economia em retração”, afirmou Rogério Carvalho, líder do PT no Senado.
Depois da declaração, alguns parlamentares deverão compor oposição a proposta do presidente e tentarão manter o valor de R$ 600 até o mês de dezembro, ou enquanto permanecer o estado de calamidade no país.
Edição por Jorge Roberto Wrigt Cunha – jornalista do Jornal Contábil
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