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Economia global: O futuro traçado pelo FMI

O coronavírus é uma realidade mundial. Infelizmente, sua disseminação atingiu níveis de difícil contenção e expôs a urgência de medidas drásticas por parte de líderes e autoridades governamentais.

Para diminuir a circulação das pessoas e reduzir a chance de contágio em aglomerações, a implementação da quarentena temporária surgiu como método eficaz no combate ao COVID-19, e não por acaso, está sendo utilizada pela maioria dos países acometidos.

Como consequência, o fechamento do comércio e a suspensão de trabalhos presenciais que não se enquadrem em atividades essenciais, trouxe novos desafios para a economia global.

Evidentemente, há de se destacar que a luta contra o vírus deve ser um compromisso compartilhado por todos. Em um momento tão fragilizado, a valorização humana será um dos maiores pilares para que juntos possamos superar esse período conturbado.

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No Brasil, a situação é similar. O panorama é de instabilidade e de um mercado incerto sobre os próximos meses. Quais são as projeções? O que está sendo feito para recuperar a condição econômica do país? Entender o contexto que vivemos é o primeiro passo para buscar alternativas cabíveis nesse sentido.

Acompanhe!

O que diz o FMI?

Por parte do Fundo Monetário Internacional (FMI), a noção é de que essa crise irá provocar uma recessão global ainda este ano, com expectativa de recuperação para 2021. O fundo ainda destaca a importância da contenção e fortalecimento do sistema de saúde ao redor do mundo, afinal, se o mesmo for capaz de agilizar a superação do vírus, terá papel fundamental para a retomada econômica e a normalização das atividades trabalhistas.

Quanto antes o quadro de contaminação for controlado, mais rápido e eficiente será o processo de recuperação.

O FMI ainda afirma que quase 80 países buscaram o órgão internacional em busca de suporte financeiro. É inegável que o impacto econômico é de uma abrangência preocupante e requer respostas rápidas entre executivos e gestores.

A missão de proteger a população e amenizar os danos econômicos é geral e deve ditar as ações tomadas pelos líderes. 

País se movimenta para sustentar a economia

No entanto, é importante atentar-se às notícias positivas no meio da crise atual. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou uma série de medidas e pacotes que totalizam 55 bilhões de reais para confrontar os problemas econômicos ocasionados pela pandemia.

Entre as iniciativas, a suspensão dos pagamentos de empréstimos diretos e indiretos, assim como a transferência de valores para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e a disponibilidade de mais recursos para empresas de médio e pequeno porte, são implementações emergenciais que visam simplificar a vida de cidadãos e empresas em um cenário extremamente fragilizado.

Uma das áreas mais impactadas, os pequenos e médios negócios ainda terão uma ampliação de crédito no valor de 5 bilhões de reais.

A prioridade é clara: ajudar na manutenção de mais de 2 milhões de empregos, expandindo a capacidade financeira e preservação de praticamente 150 mil empresas.

É possível ser otimista com o futuro?

Infelizmente, o declínio econômico é uma realidade para a maioria massiva dos países. Não se trata de ser otimista ou pessimista, mas fiel ao realismo que nos cerca diariamente.

O COVID-19 não mudou somente o estilo de vida da população brasileira, também escancarou uma necessidade imediata de se traçar planejamentos estratégicos quanto à economia.

Aos executivos e gestores, fica a importância de mostrar serenidade para tomar as decisões corretas e um diagnóstico preciso por parte das autoridades, bem como o suporte governamental.

Com a melhora gradual do cenário, a tendência é de que projeções sejam cada vez mais assertivas. A incerteza instaurada pela pandemia global é uma das maiores vistas nos últimos tempos, e é através da unificação de forças que esse período será contornado.

Como sua empresa se encontra diante o panorama econômico atual? Faça essa reflexão e busque as melhores alternativas.

Por: André Barros , CEO da eCOMEX – NSI.

Gabriel Dau

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