A disseminação da dengue em Goiás levou o estado ao segundo lugar em número de mortes pela doença em 2022, com 6 casos já nos primeiros 3 meses do ano. Somente a Bahia está à frente.
Além disso, a população lidera uma lista com mais casos confirmados da doença no país, chegando a 35 mil contaminados.
O coordenador estadual de Dengue, Zika e Chikungunya da Secretaria de Saúde de Goiás, Murilo do Carmo, afirmou durante entrevista exibida no Jornal Brasil Central Edição da Noite da última segunda-feira (21 de março), que que vários fatores contribuiriam para estes resultados ruins no estado, como a circulação de dois tipos de vírus, a dengue tipos 1 e 2.
“Nós temos um intenso período chuvoso no Estado de Goiás. Isso fez com que aumentasse a oferta de água nos criadouros e aumentasse a quantidade de Aedes aegypti. Somado a isso, a baixa adesão da sociedade em ajudar o poder público a conter o avanço dessa doença”, observou.
Em resposta ao grande número de infectados e recorde nos casos fatais, Murilo do Carmo comentou sobre as ações que estão sendo tomadas pela Secretaria da Saúde, como aquisição de bombas pesadas para veículos (conhecidas como carros fumacês), inseticidas e medicamentos
Além da qualificação dos profissionais de saúde para diferenciar os casos de dengue, covid, chikungunya, zika vírus e direcionar corretamente o tratamento para cada caso.
“A nossa intenção com isso é minimizar o efeito da dengue na sociedade goiana”, explicou.
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