O governador do Estado, Renato Casagrande, assinou, nessa segunda-feira (23), uma carta de Compromissos em Gestão Fiscal. O documento dirigido à sociedade capixaba tem por objetivo comunicar as que nortearão a gestão fiscal do Estado do Espírito Santo nos próximos quatro anos. Também assinam a carta o vice-governador Ricardo Ferraço e o secretário de Estado da Fazenda, Marcelo Altoé.
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A carta explicita os compromissos sociais do Governo com as condições de vida da população, com o desenvolvimento socioeconômico, com a geração de emprego e renda e com a redução das desigualdades sociais e regionais.
“O Espírito Santo tem solidez fiscal reconhecida no País, tendo alcançado a Nota A do Tesouro Nacional desde 2012, ainda em meu primeiro governo. Nos últimos quatro anos, temos um Estado cada vez mais forte. Essa carta reforça as diretrizes para que possamos continuar trilhando um caminho de desenvolvimento, principalmente nas regiões que mais necessitam de investimentos, gerando novas oportunidades aos capixabas”, afirmou o governador Casagrande.
O secretário da Fazenda explica que a celebração dos compromissos com a sociedade capixaba tem o firme propósito de construir um governo amplo, democrático, tolerante e responsável. “Nosso desígnio primordial consiste na construção conjunta, entre governo e sociedade civil, de um Espírito Santo cada vez mais forte para as presentes e futuras gerações”, disse Altoé.
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Entre outros compromissos, a Carta assegura que o Governo do Estado não elevará a alíquota modal de ICMS no ano de 2023, “reafirmando a sua parceria com a iniciativa privada sob os compromissos de alavancar o desenvolvimento econômico e de potencializar a competitividade dos setores produtivos capixabas”, diz o texto.
Também garante que não serão revistos ou revogados os incentivos já internalizados na legislação capixaba, de modo a assegurar a previsibilidade necessária à efetivação e à expansão de investimentos.
Além disso, o documento afirma o compromisso do Estado em fomentar o desenvolvimento das regiões interioranas e reduzir as desigualdades sociais e regionais.
A carta também assegura a manutenção dos padrões de excelência na gestão fiscal, com monitoramento constante dos gastos públicos, bem como assume como meta prioritária a manutenção dos índices que lhe renderam a “Nota A” em avaliação realizada pela Secretaria do Tesouro Nacional, comprometendo-se a observar valores e práticas imprescindíveis à solidez financeira e fiscal do Estado.
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