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Quem contribui com o INSS terá direito a previdência social, um seguro que garante a aposentadoria aos trabalhadores depois de um certo tempo de contribuição por motivos de invalidez, idade avançada, doença, e outros casos específicos.
Para ter direito, os contribuintes devem pagar mensalmente um valor específico ao INSS para futuramente aproveitar a concessão do benefício e aproveitar o tempo após uma vida de trabalho.
Porém, existem diferentes valores de aposentadorias calculadas a partir das quantias contribuídas por cada trabalhador. Os valores que serão concedidos poderão variar até a quantia máxima do teto do INSS.
Atualmente o valor máximo do teto do INSS para aposentadoria é de R$ 6.101,06, valor que foi estabelecido pelo próprio Instituto Nacional do Seguro Social. O valor terá correção anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor.
Essa quantia será paga para quem contribui com o valor máximo permitido pelo INSS (cada valor de contribuição é calculado de forma proporcional ao salário do trabalhador).
O teto máximo do INSS é pago para quem recebeu um salário maior que R$ 6.101,06 e pagar o valor máximo de contribuição mensal.
A partir da Reforma da Previdência, o cálculo passou a ser feito com base na média de todas as contribuições dos trabalhadores ao longo dos anos desde 1994. Além disso, o período de contribuição passou a ser superior a 15 anos para as mulheres e 20 anos para os homens.
O valor da aposentadoria será determinada como 60% das contribuições e soma de 2% a cada de ano que foi contribuído. Para garantir os 100%, o contribuinte terá que contribuir por 35 anos para as mulheres e 40 anos para os homens.
Para alcançar o teto máximo poderá ser algo bem complicado para muitos trabalhadores, primeiro por ser um valor elevado, depois pelo tempo de contribuição que é bem extenso.
Realizar o Planejamento Previdenciário é essencial para o trabalhador traçar metas e definir as estratégias corretas e não se preocupar somente quando for se aposentar. O beneficiário fazendo o planejamento poderá se aposentar com uma renda suficiente para ter uma vida tranquila após anos de trabalhando.
Mas, é bom contar com a ajuda de um especialista que compreenda as regras, estratégias, valores, cálculos e período de contribuição exata para realizar a simulação previdenciária.
Ajudando, o trabalhador a ter o planejamento previdenciário adequado para a realidade salarial e de trabalho.
Com o planejamento, será possível seguir e entender a possibilidade de receber o teto máximo do INSS, ou seguir a estratégia proporcional para uma futura aposentadoria do empregado.
“Edição por Jorge Roberto Wrigt Cunha, jornalista do Jornal Contábil”
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