Chamadas
Joe Biden reafirma apoio de Washington à Ucrânia

Neste domingo, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, conversou com o chefe de Estado da Ucrânia, Volodimir Zelensky, reafirmando o apoio de Washington à Ucrânia.
A ligação aconteceu em um momento de intensificação da campanha russa contra a infraestrutura ucraniana.
Em um vídeo postado na noite de domingo (11), Zelensky disse que havia “coordenado posições” durante suas conversas por telefone com Biden e discutiu questões de defesa e infraestrutura energética com o presidente dos EUA.
Leia Também: Presidente da Ucrânia faz denuncia de “crime contra a humanidade”
Ajuda de segurança, econômica e humanitária
De acordo com a casa branca, “O presidente Biden destacou como os EUA estão priorizando os esforços para fortalecer a defesa aérea da Ucrânia por meio de nossa assistência de segurança, incluindo o anúncio de 9 de dezembro de US$ 275 milhões [R$ 1,4 bilhão] em munição e equipamentos adicionais que incluíam sistemas para combater o uso russo de veículos aéreos não tripulados. O presidente Biden também destacou o anúncio em 29 de novembro de US$ 53 milhões [R$ 277,7 milhões] para apoiar a infraestrutura de energia para fortalecer a estabilidade da rede de energia da Ucrânia após os ataques direcionados da Rússia”.
Biden destacou na conversa telefônica “o apoio contínuo dos Estados Unidos à defesa da Ucrânia enquanto a Rússia continua com os ataques à infraestrutura crítica do país”, afirma um comunicado da Casa Branca.
“O presidente Biden deu as boas-vindas à abertura declarada do presidente Zelensky a uma paz justa baseada em princípios fundamentais consagrados na Carta das Nações Unidas”.
Leia Também: Guerra! Relatório da ONU aponta que mais de 6 mil civis ucranianos morreram
Ataques aéreos russos contra infraestruturas vitais
Todo o alerta destes novos ataques, tem por motivo os ataques anteriores que causaram cortes de água e eletricidade no momento em que país começa a sentir as temperaturas do inverno.
Na quarta-feira (23), o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenski, apelou ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, para tomar medidas que possam impedir os ataques aéreos russos contra infraestruturas vitais.
“Com temperaturas abaixo de zero, vários milhões de pessoas sem abastecimento de energia, sem aquecimento e sem água, trata-se, obviamente, de um crime contra a humanidade”, afirmou Zelensky.
Os novos ataques russos na Ucrânia fizeram 30 vítimas civis, entre mortos e feridos, e deixando milhões de pessoas sem eletricidade, acesso a água e aquecimento, quando se registam já temperaturas negativas nalgumas regiões, segundo as Nações Unidas.
“Hoje é apenas um dia, mas recebemos 70 mísseis. Essa é a fórmula russa do terror”, completou Zelensky. O director da Energoatom, empresa estatal que gere as centrais nucleares ucranianas, diz que a Rússia provocou uma “catástrofe nuclear e radioactiva” na Ucrânia.
Todas as centrais do país foram desligadas da rede eléctrica pela primeira vez em 40 anos. Os ataques atingiram, além de infraestruturas, edifícios residenciais em Kiev e nas cidades de Chabany e Vyshhorod, nos arredores da capital, e as autoridades confirmaram que pelo menos 30 civis foram mortos ou feridos nas três localidades.
CLT4 dias agoNova lei muda tudo sobre a abertura de comércios e supermercados nos feriados
Contabilidade4 dias agoEmpregadores têm até 14 de agosto para enviar declarações da RAIS
Contabilidade4 dias agoTransição do ISS: Como a nova dinâmica afeta o setor de serviços
Fique Sabendo3 dias agoIdosos terão desconto na compra de carro zero? Entenda o que prevê o projeto de lei
Reforma Tributária2 dias agoImposto do Pecado chega em 2027; veja o que ficará mais caro
Reforma Tributária4 dias agoEntenda a nova briga entre estados e municípios pelo dinheiro do IBS
Contabilidade4 dias agoNFS-e: publicadas atualizações sobre o layout do padrão nacional que inclui regras para IBS e CBS
INSS4 dias agoSTF derruba idade mínima para aposentadoria especial. Veja as mudanças

































Receba nossas notícias pelo WhatsApp em primeira mão.