Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil
Na tarde de ontem (4) o ministro da Economia, Paulo Guedes, informou que o Auxílio Emergencial pode voltar a ser liberado, contudo, será destinado apenas metade dos beneficiários que receberam em 2020.
Juntamente com o novo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), Paulo Guedes realizou a declaração dizendo que a retomada do benefício emergencial vai depender do acionamento de “cláusulas necessárias”.
O presidente do Senado também se posicionou e afirmou que: “A pandemia continua e agora eu vim ao ministro da Economia, Paulo Guedes, externar o que é a preocupação do Congresso Nacional […], que é uma preocupação em relação à assistência social, a um socorro que seja urgente, emergencial, para poder ajudar a camada mais vulnerável.”
“O auxílio emergencial, se nós dispararmos as cláusulas necessárias, dentro de um ambiente fiscal robusto, já mais focalizado – em vez de 64 milhões, pode ser a metade disso, porque a outra metade retorna para os programas sociais já existentes –, isso nós vamos nos entender rapidamente porque a situação do Brasil exige essa rapidez.” declarou o ministro Paulo Guedes.
Segundo o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, o mesmo disse que o ministro da Economia está em busca de uma solução definitiva para o assunto, mas que é preciso ser responsável com o Orçamento fiscal.
Pacheco por fim declarou que “fazer isso com cautela, com prudência, com observância de critérios para evitar que as coisas piorem. Mas, obviamente, nós temos que ter a sensibilidade humana e eu vim como senador e presidente do Congresso Nacional externar essa sensibilidade política de que nós temos que socorrer essas pessoas”.
Com informações Jornal Contábil e G1
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