Mais uma notícia que vai pesar no bolso do brasileiro e influenciar muito no orçamento doméstico, principalmente para os aposentados que são em sua maioria pessoas idosas. Os medicamentos de uso contínuo — que têm percentual máximo de reajustes determinado pelo governo — sofrerão aumento a partir de abril. O índice de correção, no entanto, ainda não foi divulgado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). Mas a previsão é que o percentual de reajuste seja de 11%.
A lista de preços máximos permitidos para a venda de medicamentos é disponibilizada para consulta dos consumidores e é atualizada mensalmente. O que vai reajustar é esse valor máximo, não quer dizer que todos os remédios sofrerão reajustes.
Segundo uma pesquisa sobre o comportamento dos consumidores em farmácias no Brasil, feito pelo Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Corporativa (Ifepec), em parceria com a Unicamp, as pessoas estão mais preocupadas em economizar: para 79,9% dos entrevistados, o preço foi determinante na escolha do local onde comprar.
A alternativa é pesquisar preços e optar por remédios genéricos e similares que podem garantir uma folga nos gastos nas farmácias. Uma outra opção para conseguir gastar menos com remédios é fazer cadastros em programas governamentais que distribuem remédios de graça ou os vendem subsidiados, como o Farmácia Popular, do governo federal.
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