Categorias: DestaquesNews Yahoo

Metas Fiscais de 2017 e 2018 não serão batidas

Instituição Fiscal – IFI – divulgou um relatório de acompanhamento que mostra grande possibilidade de o governo não cumprir a meta fiscal de um déficit primário de até R$ 139 bilhões estabelecida para o ano de 2017.

Deu a louca na Ensino Contábil, cursos de 80 a 110 reais (Saiba Mais)

A IFI estima que o rombo nos cofres do governo chegará a R$ 144 bilhões.

Para a IFI, a previsão é de um rombo de R$ 144,1 bilhões nas contas do governo nesse ano. Nessa estimativa, o órgão estima que haverá, em 2017, o ingresso de R$ 13 bilhões com o processo de repatriação (valores que serão divididos com os estados e municípios), R$ 15,5 bilhões com o novo Refis, R$ 24 bilhões com concessões e R$ 8,9 bilhões com a venda do IRB Resseguros, da Caixa Seguridade e da BR Distribuidora. O valor não considera, porém, os R$ 8,6 bilhões em receitas de precatórios.

Em contrapartida, Felipe Salto, diretor-executivo da IFI, declara que existe a possibilidade de os estados salvarem as contas públicas, já que há a estimativa de um superávit primário de R$ 1,2 bilhão neste ano, valor que contribui para a que o déficit primário nas contas do setor público consolidado totalize R$ 142, 9 bilhões, abaixo da meta fiscal de R$ 143, 1 bilhões definida para 2017.

⚠️ ACESSO EXCLUSIVO
Você está perdendo conteúdos exclusivos
Acesso sem anúncios + conteúdos especiais e privados.
R$4,90
Teste por 30 dias • depois R$9,90/mês
LIBERAR MEU ACESSO AGORA
✔ Cancelamento fácil • Sem compromisso

O problema não pára por aí. Segundo Salto, a meta de 2018 também não será cumprida, apresentando um rombo de R$ 166,2 bilhões.

A Instituição Fiscal Independente projetou, também, que a meta de déficit primário do ano que vem, de até R$ 129 bilhões para as contas do governo, também não será cumprida. A estimativa é de um rombo nas contas do governo de R$ 166,2 bilhões no próximo ano.

“O ano de 2017 é o menor dos problemas. Há uma redução da carga tributária e aumento de despesas obrigatórias. Para combater isso, vai precisar atacar duas frentes: as despesas discricionárias (passíveis de cortes) e também as obrigatórias (como Previdência Social e gastos com a folha de pagamentos. Não vai adiantar receitas atípicas”, completou.

Via partwork

loureiro

Postagens recentes

PGFN: MEIs têm até setembro para renegociar dívidas com desconto de até 70%

Prazo de adesão ao programa da PGFN vai até 30/09. Contudo é preciso cautela com…

48 minutos atrás

Senado adia votação do Estatuto do Aprendiz após pedido de vista na CAS

Proposta que unifica regras trabalhistas para jovens e pessoas com deficiência deve retornar à pauta…

1 hora atrás

Receita publica editais com novos prazos para negociação de dívidas tributárias

Editais oferecem descontos e parcelamentos para débitos em contencioso administrativo. As adesões vão até 30…

5 horas atrás

Publicada a versão 6.1.0 do programa EFD ICMS IPI

Essa obrigação acessória busca promover a integração dos fiscos federal, estaduais e do Distrito Federal

5 horas atrás

Comitê da NFS-e prorroga prazo de adequação e publica novos ajustes no DANFSE

Contribuintes ganham prazo para se adaptarem às novas regras do documento fiscal eletrônico.

21 horas atrás

Banco Central abre nova rodada de saques de R$ 6,2 bilhões esquecidos

Governo alerta para golpes e reforça que consulta e resgaste são gratuitos e feitos apenas…

22 horas atrás