Ministra das Mulheres defende que aborto é uma questão de saúde pública

A ministra das Mulheres, Aparecida Gonçalves, tomou posse do cargo em cerimônia no início da tarde desta terça-feira (3). Um dos pontos que mais chamou atenção em seu discurso e gerou grande repercussão, foi a fala da ministra sobre aborto.

A ministra afirmou, que o ministério será o “ministério de todas as mulheres”. Ele frisou que não esquecerá de nenhuma mulher inclusive daquelas que “não votaram conosco”.

Ela citou toas as mulheres da sociedade, negras, brancas, indígenas, LBTQIA+, das fazendas, das cidades e das águas.

Leia Também: Direitos Humanos: Silvio Almeida toma posse e faz discurso histórico

Aborto

⚠️ ACESSO EXCLUSIVO
Você está perdendo conteúdos exclusivos
Acesso sem anúncios + conteúdos especiais e privados.
R$4,90
Teste por 30 dias • depois R$9,90/mês
LIBERAR MEU ACESSO AGORA
✔ Cancelamento fácil • Sem compromisso

A ministra afirmou que o “aborto é uma questão de saúde pública”, em uma entrevista ao jornal Folha de São Paulo, Cida falou sobre a possível legalização do aborto.

Ela afirma que fará o possível para avançar com relação a este assunto, ela também salientou que é preciso ter o apoio do presidente Lula para levar o tema em discussão no Congresso.

Cida afirmou que trabalhará para que as mulheres não percam direitos, incluindo a questão do aborto, ela ressalta que como está este assunto hoje no Congresso e no senado estas discussões não avançaram.

Leia Também: Quem são os ministros do governo Bolsonaro que foram oficialmente exonerados?

Ligue 180

Cida também falou sobre o fortalecimento do ligue 180, ela destacou que as ações do Ministério das Mulheres serão baseadas na transversalidade entre os ministérios.

A ministra também afirma que recuperará o Ligue 180, este é um serviço de utilidade pública para ajudar no enfrentamento da violência contra a mulher.

Ela ainda ressaltou que a Secretaria Nacional de Enfrentamento à Violência terá como principal objetivo retomar alguns projetos, como a Casa da Mulher Brasileira e o Programa Mulher, Viver sem Violência.

A inserção das mulheres no mercado de trabalho também é um dos objetivos, a Secretaria Nacional de Autonomia e Cuidados será responsável no combate do assédio moral e a também por equiparar os salários entre gêneros.

A Secretaria de Articulação Institucional e Participação Política também irá trabalhar na ampliação da capacitação de ações do governo em políticas públicas para as mulheres.

Gonçalves também destacou que lutará para que a violência contra mulher e feminicídios no Brasil diminuam. Ela também citou que é preciso acabar com a sensação de impunidade no país, somente assim teremos avanço no combate aos homicídios cometidos pela questão de gênero.

Esther Vasconcelos

Postagens recentes

Como o Contador transforma números em estratégia para o empreendedor

Como a parceria com a contabilidade protege o caixa e orienta as decisões de expansão…

2 horas atrás

ECF 2026 sem erros: Entenda a estrutura dos blocos e o novo Registro Y730

Esta obrigação acessória tem seu prazo de envio até o dia 31 de julho

3 horas atrás

NT 2026.002: O que muda no CT-e e como se preparar

Como a nova padronização de campos exige uma ponte rápida entre escritórios contábeis, transportadoras e…

4 horas atrás

INSS atualiza regras de comprovação para conceder salário-maternidade

Resolução do Conselho de Recursos da Previdência Social detalha exigências específicas para cada categoria de…

5 horas atrás

PGFN: MEIs têm até setembro para renegociar dívidas com desconto de até 70%

Prazo de adesão ao programa da PGFN vai até 30/09. Contudo é preciso cautela com…

6 horas atrás

Senado adia votação do Estatuto do Aprendiz após pedido de vista na CAS

Proposta que unifica regras trabalhistas para jovens e pessoas com deficiência deve retornar à pauta…

7 horas atrás