Nasajon Sistemas entra em terreno de gigantes e cresce na crise




O ano de 2015 não foi nada fácil para muitas empresas, que se depararam com uma crise econômica e viram as fontes de receita diminuírem. Parte delas teve inclusive que fechar as portas.
Segundo a Boa Vista SCPC, os pedidos de falência cresceram 16,7% em comparação com 2014 e os
pedidos de recuperação judicial registraram alta de 51% neste mesmo período. Houve, entretanto,
empreendimentos que conseguiram alcançar bons resultados, ganhando destaque. Um deles é a
Nasajon Sistemas, que cresceu acima da inflação e pôde manter os investimentos.

A empresa especializada em softwares de gestão conseguiu não só driblar a conjuntura do país, como também concorrentes multinacionais de grande porte, aumentando sua base de clientes no último ano. O resultado, no entanto, não é isolado. Ele está inserido em um trabalho realizado a médio prazo. Prova disso foi o aparecimento da Nasajon Sistemas no ranking das 250 empresas de expansão mais acelerada da Deloitte entre 2011 e 2013. Os frutos foram colhidos justamente durante a crise.

O principal investimento responsável pelos resultados positivos esteve direcionado para o desenvolvimento de uma solução capaz de atender às grandes companhias. Até poucos meses atrás, o negócio contava com produtos destinados apenas às PMEs. “Desenvolvemos uma nova plataforma de sistemas e com ela passamos a atingir um novo mercado, formado por clientes maiores. Enquanto a crise foi mais sentida pelos pequenos, os clientes maiores passaram a ver na nossa solução um software mais econômico e capaz de aumentar a produtividade deles”, afirma Eduardo Nasajon, Presidente da Nasajon Sistemas.



Mais de 30 anos no mercado
A marca criada em 1982, quando os microcomputadores ainda eram escassos, ganhou relevância recentemente ao desenvolver um produto direcionado para grandes empresas mais barato do que os oferecidos pelos concorrentes. Com essa diferenciação, a corporação conseguiu se manter competitiva, mesmo entrando em um terreno dominado por gigantes multinacionais. Em 2015, a companhia também foi reconhecida como uma das 100 melhores empresas para se trabalhar no Brasil no segmento de TI e Telecom, no ranking da Great Place to Work.

A expectativa para 2016 continua promissora, uma vez que o potencial de crescimento do novo produto é alto, por ele estar ainda em uma fase inicial de penetração no novo mercado. “O que fizemos foi dar um passo em relação à tecnologia, passando a contar com um banco de dados mais robusto para podermos atingir clientes de R$ 10 milhões a R$ 60 milhões de faturamento e com 200 a 400 funcionários. Não conseguíamos atendê-los antes e, agora, já podemos”, ressalta o Fundador da companhia.

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Nos mais de 30 anos de história, houve ainda outros reconhecimentos, como o da FecomercioRJ, que premiou a empresa como a melhor do setor de serviços em 2013. A preocupação em tratar bem dos seus funcionários reflete no resultado do atendimento da Nasajon Sistemas.

Especialmente o suporte pós-venda costuma ser estratégico no setor de Tecnologia da Informação. A cultura da companhia é a de não descansar até deixar o cliente satisfeito e a do exemplo desde as posições hierárquicas mais altas até as de base.

Reputação e confiança
Todos os esforços foram importantes para a construção de um nome no mercado. “Nossa reputação em termos de atendimento é muito boa. Não conseguimos encarar a ideia de termos clientes insatisfeitos, e isso está no nosso DNA. O tratamento dado nos trouxe um nome sólido e faz com que os clientes maiores nos enxerguem com familiaridade mesmo quando fazem seus primeiros contatos, afinal já ouviram falar bem de nós”, explica Nasajon.

Neste segmento de atuação, a boa reputação e a confiança são diferenciais considerados no momento da contratação. As companhias não se sentem inclinadas a registrar índices de gestão em um software no qual não confiam. Uma boa interface, que seja intuitiva e facilite a operação para os usuários não basta.

Por Renata Leite com Mundo do Marketing

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