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Novos Militares para Segurança Presidencial: GSI segue com as mudanças na pasta

No meio da crise de confiança com os militares, o gabinete de segurança institucional continua com as mudanças na pasta, hoje o diretor de gestão do GSI, Leonardo Pinheiro dispensou dois militares e nomeou outros quatro.
Eles vão atuar nas áreas de segurança presidencial e também na área de informação, já o novo comandante do exército, Thomaz Ribeiro Paiva, também direcionou mais dois militares do Ministério da Defesa para atuarem no GSI.
Todas essas trocas foram publicadas no Diário Oficial da União, ou seja, elas já foram oficializadas.
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Mudanças em diferentes departamentos
A própria ministra dos povos originários Sônia Guajajara, publicou nas últimas horas que também começaram a fazer algumas mudanças dentro da FUNAI.
Guajajara fez uma postagem na rede social dizendo “começamos a desfazer a da militarização da FUNAI, foram desligados 43 militares que vinham tomando ações contrárias à missão de assegurar os povos os direitos dos povos indígenas”.
Esse movimento pulverizado está sendo implantado em diferentes departamentos, em diferentes Ministérios estão tendo mudanças para tirar ou realocar os militares.
Essa é uma tentativa de fazer uma espécie de muro de contenção, em um momento em que o GSI é aquele responsável pela segurança dos prédios de governo.
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Desconfianças
A partir do momento que há uma desconfiança de que alguns integrantes do gabinete de segurança institucional não agiram para impedir a destruição do Palácio do Planalto, trocas são feitas.
Essa desconfiança já vem de antes, inclusive porque quem estava frente desta pasta, era Augusto Heleno, general da reserva que era muito ligado Jair Bolsonaro, e chegou a criticar o bloco do centrão.
No início Heleno chegou a colocar desconfianças sobre as urnas eletrônicas, então é natural que haja essa troca, que ocorre em um momento de desconfiança sobretudo em relação ao Gonçalves Dias que é amigo pessoal de Luiz Inácio Lula da Silva, um Novo Ministro do gabinete de segurança institucional que também não se viu uma atuação enérgica no dia da invasão do Palácio do Planalto.
Estes militares foram nomeados durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, após os ataques de 8 de janeiro, com a depredação dos prédios dos Três Poderes, o presidente Lula chegou a declarar desconfiança em relação a eles.
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