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A Educação foi um dos setores mais impactados com o Covid-19 em todo o mundo. Escolas fecharam e alunos e professores precisaram, da noite pro dia, aprender a lidar com: interação na internet, recursos audiovisuais e se comunicar pela tela do celular ou computador.
Sem prévio manual de instruções, a pandemia trouxe, compulsória e universalmente, a necessidade de migração para 100% digital.
Para Alexandre Velilla Garcia, CEO do Cel.Lep, a necessidade provocou inúmeros desafios de infraestrutura tecnológica, como acesso ao WiFi e equipamentos.
Para ele, a transformação no setor será um processo árduo, duro e intenso, que percorrerá inclusive o próximo ano de 2021.
“Quando olharmos para trás, essa será uma das grandes marcas de 2020. Acredito que seja um caminho sem volta e de muita evolução.
Tanto nos aspectos de incorporação de tecnologia nas metodologias pedagógicas, mas também no acesso aos equipamentos e a infraestrutura”, explica Garcia.
O executivo reforça que essa transformação obrigou todos a se adaptarem a uma nova e moderna forma de educar e aprender.
Todos os “players” nesse mercado tiveram que passar por um processo abrupto e radical de mudança.
E, aqueles que já vinham acelerando internamente essa transformação digital, acabaram se destacando, como é o caso do Cel.Lep, que desde a sua fundação em 1967, ancora sua estratégia de atuação em inovação, qualidade e excelência”, conta Garcia.
Garcia acredita que daqui para frente, questões de infraestrutura serão proeminentes, como a universalização ao acesso do 4G.
“Para mim, estamos caminhando rapidamente para uma educação vinculada a tecnologia, com realidade aumentada e inteligência artificial, sendo estes instrumentos poderosos e extremamente eficientes na educação”, explica.
Para ele, o setor vai avançar mais nos próximos cinco anos do que em 500 anos, em todos os termos, mas especialmente quanto a infraestrutura e a incorporação das tecnologias.
“O que vejo de mais importante será a mudança e aprimoramento do papel, importantíssimo, do professor no processo educacional.
Além disso, acredito que a educação será híbrida: presencial, com alunos e professores, numa relação simbiótica inovadora, aprendendo juntos e trocando experiências, e digital, com acesso ilimitado a informação, de forma estruturada e personalizada a cada estudante”, finaliza.
Nos próximos três anos os investimentos da rede estarão concentrados em soluções tecnológicas, chegando a R$ 20 milhões. No ano passado, a empresa faturou R$ 80 milhões.
Por Alexandre Garcia, CEO da Cel.Lep
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