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Quais doenças não tem carência do INSS para aposentar

O subsídio de doença e a aposentadoria por invalidez exigem um período de carência de pelo menos 12 meses de contribuição a ser concedido aos segurados do INSS.

Os benefícios de aposentadoria por doença e invalidez do INSS exigem um período de carência de pelo menos 12 meses de contribuição a ser concedido aos segurados do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social). Mas algumas doenças graves no INSS isentam os segurados de terem que contribuir por um período mínimo de tempo, explica o advogado especialista em Direito Previdenciário ÁtilaAbela, da plataforma digital de previdência social. “Mas eles precisam estar segurados”, diz ele.

O que é o período de carência no INSS?

É o número mínimo de meses pagos ao INSS para que o segurado, ou em alguns casos o seu dependente, possa ter direito de receber um benefício

Quando o titular da apólice tem direito? Segundo o INSS, essa isenção será concedida nos casos em que a solicitação de benefícios se deva a um acidente de qualquer natureza, inclusive o decorrente do trabalho, bem como nos casos em que uma dessas 14 doenças seja afetada após se tornar uma afiliado. do INSS. Ou seja, se você já tiver alguma dessas doenças antes de se tornar um afiliado, não terá direito.

Quais as doenças não tem carência do INSS para aposentar

Confira quais são as 14 doenças que isentam de carência no INSS

  • 1.Tuberculose ativa
  • 2.Hanseníase
  • 3.Alienação mental
  • 4.Câncer (Neoplasia maligna)
  • 5.Cegueira
  • 6.Paralisia irreversível e incapacitante
  • 7.Cardiopatia grave
  • 8.Doença de Parkinson
  • 9.Espondiloartrose anquilosante
  • 10.Nefropatia grave
  • 11.Estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante)
  • 12.Síndrome da deficiência imunológica adquirida (AIDS)
  • 13.Contaminação por radiação, com base em conclusão da medicina especializada
  • 14.Hepatopatia grave

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Ricardo de Freitas

Ricardo de Freitas não é apenas o CEO e Jornalista do Portal Jornal Contábil, mas também possui uma sólida trajetória como principal executivo e consultor de grandes empresas de software no Brasil. Sua experiência no setor de tecnologia, adquirida até 2013, o proporcionou uma visão estratégica sobre as necessidades e desafios das empresas. Ainda em 2010, demonstrou sua expertise em comunicação e negócios ao lançar com sucesso o livro "A Revolução de Marketing para Empresas de Contabilidade", uma obra que se tornou referência para o setor contábil em busca de novas abordagens de marketing e relacionamento com clientes. Sua liderança no Jornal Contábil, portanto, é enriquecida por uma compreensão multifacetada do mundo empresarial, unindo tecnologia, gestão e comunicação estratégica. Além disso é CEO da FiscalTalks Inteligência Artificial, onde desenvolve vários projetos de IA para diversas areas.

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