A crise no Brasil completou três anos. Durante este período, milhares de empresas fecharam as portas. E a grande maioria destas empresas que encerraram suas atividades foram os pequenos e médios negócios. Pelo segundo ano consecutivo, em 2015 o Brasil fechou mais empresas do que abriu, 708,6 mil empresas abertas contra 713,6 mil fechadas, segundo pesquisa do IBGE divulgado em Outubro de 2017.
Por falta de informações e assessoria de suas contabilidades, a maioria dos empresários não têm conhecimento que é possível mudar o regime de pagamento de impostos para o Lucro Real. Este tipo de apuração possui vários benefícios como: ser mais justo, já que se baseia em um resultado real; maior possibilidade de utilização do Planejamento Tributário e de compensação de eventuais prejuízos; reduzir ou suspender o recolhimento do IRPJ e CSLL utilizando-se balancetes mensais, dedução de incentivos fiscais, diminuindo-se assim o IRPJ a pagar.
Segundo Simone Rocha Costa, proprietária da RCS Contabilidade de Belo Horizonte e consultora contábil há 35 anos, os comércios, indústrias e prestadores de serviços tendem a procurar diminuir custos nesta crise, e uma das melhores alternativas no âmbito fiscal, poderá ser a opção pelo Lucro Real: “Um regime mais complexo sim, mas também o mais adequado que os demais”.
A melhor forma do empreendedor saber qual é o regime que lhe dará um melhor resultado, é procurando uma contabilidade confiável, com experiência de mercado, referências sólidas e especialista neste tipo de regime tributário, pois, devido a complexidade, somente o bom profissional da área poderá oferecer as melhores soluções para ultrapassar a barreira da crise nacional.
Com informações revista Exame
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