Imagem por @leonidassanatana / freepik
A ideia do Governo Federal é lançar a reestruturação do novo Bolsa Família em novembro ao fim do Auxílio Emergencial, todavia, devido a problemas orçamentários isso é bem incerto. Segundo especialistas políticos, é bem difícil adotar a medida para este ano.
A grande questão é encaixar os custos do Auxílio Brasil, como será chamado, dentro do teto de gastos dos cofres públicos, o que tem sido um desafio para atual gestão do país. Contudo, nessa semana, o presidente da república Jair Messias Bolsonaro, sancionou o PL (projeto de lei), que permite a abertura de um crédito suplementar para financiar o novo programa.
Em outras palavras, o Auxílio Brasil deve ganhar uma nova fonte de renda para arcar com seu orçamento. Isto deverá ocorrer através do Fundo Nacional de Desestatização (FND), o que, por sua vez, altera as despesas da união este ano.
Além do nome, o texto referente ao novo Bolsa Família, prevê alterações no valor e no alcance do programa, além de novos benefícios e bolsas que devem ser concedidas na folha de pagamento do Auxílio Brasil.
Conforme o governo, a ideia é aumentar a atual cota paga pelo Bolsa Família (R$ 192) em ao menos 50%. Neste sentido, até então, o intuito é conceder mensalidades no valor de R$ 300.
Ademais, segundo o texto do Auxílio Brasil, o programa será ampliado de modo que incluirá cerca de 3 milhões de brasileiros. Atualmente, o bolsa família ampara por volta de 14 milhões de beneficiários, montante que pode aumentar para 17 milhões.
Por fim, também está previsto no programa o pagamento de novos benefícios, auxílios e bolsas de desempenho escolar, esportivo e científico. Confira quais são esses e para quem serão concedidos:
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