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Saiba quem é Edmar Camata, futuro diretor da PRF

Nesta terça-feira (20), o futuro ministro da Justiça e Segurança Pública do governo Lula, Flávio Dino (PSB), anunciou que o novo diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) será Edmar Moreira Camata.
No mesmo dia foi publicada na edição de hoje do DOU (Diário Oficial da União), a decisão do presidente Jair Bolsonaro (PL) da exoneração do diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques.
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Quem é Edmar Camata?
Edmar Moreira Camata ingressou na PRF por meio de concurso, como agente de policia em 2006. Camata é formado em Direito pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e mestre em Políticas Anticorrupção pela Universidade de Salamanca, na Espanha.
Camata é sobrinho do ex-governador do Espírito Santo e ex-senador Gerson Camata, morto em 2018, no mesmo ano Camata disputou as eleições para deputado federal no Espírito Santo pelo PSB, mas não se elegeu.
Em 2019 ele assumiu a Secretaria de Controle e Transparência do Espírito Santo. Edmar foi membro voluntário do Conselho de Transparência Pública e Combate à Corrupção do Governo do Estado.
Atualmente ele é vice-presidente do Conselho Nacional de Controle Interno, que atua com objetivo de combater a corrupção, ampliar a transparência, fortalecer o controle social e gerar serviço público com efetividade, respeitando os princípios da Administração Pública.
Após o anuncio, Camata publicou em suas redes sociais, “Vamos para um novo desafio, sempre priorizando os valores da integridade, da transparência e da ética.”, escreveu Edmar Camata.
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Exoneração de Silvinei Vasques
Também na terça-feira (20), foi publicada na edição de hoje do DOU (Diário Oficial da União), a decisão do presidente Jair Bolsonaro (PL) da exoneração do diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques.
O documento é assinado pelo ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira. Vasques virou réu em novembro por improbidade administrativa, por pedir votos para Bolsonaro enquanto chefe da PRF.
Além disso, é investigado pelas barreiras realizadas nas eleições, para abordar ônibus com eleitores durante o segundo turno das eleições, mesmo com as operações proibidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
E também pela omissão diante dos bloqueios ilegais feitos por eleitores de Bolsonaro. Vasques foi procurado para falar sobre as acusações, porém se recusou a falar.
De acordo com o texto, o valor destinado as despesas correntes e os valores transferidos pela União aos fundos de saúde dos estados, do Distrito Federal e dos municípios ficará fora do teto de gastos da União.
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