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5 dicas de como planejar a sua aposentadoria
Quando a hora de solicitar a tão sonhada aposentadoria, o segurado cria muitas expectativas em ter o benefício desejado concedido. Existem algumas dicas de aposentadoria para ele saber como planejar e como fazer para ganhar mais. Isso pode significar uma terceira idade com tranquilidade e estabilidade financeira.
A quantidade de aposentados no Brasil tem crescido significativamente a cada ano que passa. Mesmo com esses números altos, muitos trabalhadores possuem dúvidas sobre a Previdência Social.
Acompanhe o texto até o final e confira as dicas de aposentadoria.
Como planejar a aposentadoria?
Planejar a aposentadoria é essencial antes de solicitar o benefício junto ao INSS. É com planejamento que o segurado consegue alcançar, não só o maior benefício, mas também o melhor benefício. Isso é bem diferente. O melhor benefício pode ser mais vantajoso ao segurado que o de maior valor, isto é, ter um benefício menor, porém antecipado.
Nesse sentido, separamos algumas dicas de aposentadoria de como se planejar que vamos explicar em detalhes abaixo:
Escolher a data para dar entrada na papelada
O primeiro ponto em que o segurado precisa pensar é na data que quer se aposentar. O segurado deve definir uma data em que pretende se aposentar, com tempo hábil para acumular os recursos necessários. Com essa decisão, fica mais fácil planejar os próximos passos até alcançar o benefício solicitado.
Definindo esse objetivo, o trabalhador terá uma motivação a mais para realizar suas atividades laborais produtivamente.
Valor que vai precisar ganhar
A segunda das dicas de aposentadoria é saber quanto o segurado vai precisar ganhar. O ideal é que seja avaliado quanto de dinheiro por mês o segurado necessita para custear todas as contas e gastos individuais e da família. Ou seja, deve-se realizar estimativas do quanto precisará para manter o seu padrão de vida.
Despesas importantes de estarem nessa análise são moradia, alimentação, saúde e lazer. Outros gastos podem ser incluídos, de acordo com o estilo de vida que pretende ter na aposentadoria.
De acordo com esse valor, é preciso determinar quanto terá que contribuir para o INSS para ter o benefício desejado. Se sentir que esse processo é complicado, o ideal é contar com um profissional qualificado para ajudar nessa tarefa.
Planeje uma poupança
O segurado deve sempre levar em consideração que nem sempre a renda total da aposentadoria será suficiente para garantir o padrão de vida desejado. A melhor alternativa quanto a isso é poupar uma quantia mensalmente para conquistar o patrimônio que se quer ter.
Deve-se calcular quanto falta para atingir a meta e estipular quais investimentos são os mais indicados, levando sempre em consideração pontos importantes, como a inflação. Elaborar uma boa estratégia de poupança e respeitando os prazos e valores, é possível alcançar os objetivos estipulados dentro do prazo.
Funcionamento do INSS
Mais uma dica é saber como funciona o INSS. Muitas pessoas não sabem em detalhes do serviço que o Instituto presta e alguns tópicos, pouco conhecidos, são importantes para o contribuinte. Especialmente, quando o assunto é a contribuição mensal, já que ela depende da modalidade que o segurado se encontra.
Além disso, a Reforma da Previdência, em vigor desde 13 de novembro de 2019, alterou muitas regras e cálculos dos benefícios do INSS. A nova lei também instaurou Regras de Transição com requisitos que podem variar a cada ano.
Por essas razões, é importante que o segurado entenda o INSS, suas modalidades de benefícios e as regras de cada uma delas. Isso é essencial para que ele saiba quais direitos possui e como ir atrás deles.
Tire o CNIS – Extrato Previdenciário
Ter o extrato previdenciário CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais) em mãos é essencial nessa fase de planejamento. Esse documento pode ser obtido por meio do site e aplicativo Meu INSS.
Nele, o segurado terá acesso às informações que o INSS possui para calcular a aposentadoria, como:
- Vínculo empregatício;
- Períodos que trabalhou em cada empresa;
- Salários de contribuição;
- Indicadores.
É importante verificar item por item, confrontando com as CTPS, holerites, carnês de recolhimento, alterações salariais e até mesmo processo trabalhista vencido pelo trabalhador. Isso porque pode haver divergências no CNIS, como
vínculos empregatícios que estão na CTPS e não no CNIS.
Neste caso, é preciso verificar se a empregadora recolheu todo o período corretamente. Caso isso não tenha acontecido, o INSS irá computar os salários de contribuição em valores menores e que podem diminuir muito o valor do benefício.
Outros documentos importantes nessa parte são o extrato analítico do FGTS, Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), holerites ou a própria CTPS com alterações salariais, sem rasuras.
Se houver quaisquer erros no CNIS, eles podem ser corrigidos pelo INSS, com a apresentação dos documentos que comprovam os erros. Fazer isso, pode aumentar o seu tempo de contribuição, o valor da aposentadoria e até mesmo antecipar a aposentadoria do INSS.
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