Chamadas
Auxílio Emergencial poderá ter mais 3 parcelas em 2021?

Parlamentares do governo estão estudando a possibilidade de ampliar o decreto de calamidade pública. Caso isso ocorra será possível estender o auxílio emergencial, além de dar mais tempo para a criação do Renda Cidadã.
Dificuldades com o Renda Cidadã
O Governo Federal tem encontrado muitas dificuldades para definir como o substituto do Bolsa Família, o então Renda Cidadã vai se financiar, por isso, os parlamentares do governo tem apoiado a ideia de prorrogar o decreto de calamidade pública, que esse ano se encerra no dia 31 de dezembro. A ideia para tal é prorrogar o prazo por mais três meses, valendo então até o dia 31 de março de 2021.
Se o estado de calamidade pública for prorrogado será possível estender os pagamentos do auxílio emergencial de R$ 300 que será concedido até o mesmo período do estado de calamidade pública.
Para que possam entender, o auxílio emergencial por decreto, só pode ser pago enquanto o existir o estado de calamidade pública em decorrência da Covid-19. Vale lembrar que não é a primeira vez em que parlamentares estudam a ampliação do estado de calamidade pública.
A ideia da prorrogação já foi citada em debates da comissão mista, que analisa os gastos com o combate ao covid-19 no começo de outubro e apesar da grande resistência do governo, o plano tem se fortalecido entre os congressistas.
Vanderlan Cardoso (GO) vice-líder do PSD no Senado, que também integra a base aliada e a comissão da reforma tributária, afirmou que apoia ampliar o decreto de calamidade pública. No entanto, o parlamentar ressalta que a proposta não é prevista pelo governo.
O senador ainda disse que “Eu acredito que vai se estender por pelo menos mais dois ou três meses, pelo menos no início do ano. Essa pandemia até o fim do ano não vai diminuir assim, e o decreto é o caminho”.

Auxílio emergencial será pago em 2021?
No dia 16 de outubro o ministro da Economia, Paulo Guedes, negou uma possível prorrogação do auxílio emergencial. Contudo o ministro defendeu a ideia de deixar uma brecha para acionar um novo orçamento de guerra. O que seria a melhor alternativa caso ocorra uma nova onda da covid-19 no Brasil.
Ao ser questionado ainda em outubro sobre uma possível nova prorrogação o ministro disse que “se a Covid voltar em 2021, é diferente. Mas é totalmente indesculpável usar uma doença para pedir estímulo artificial. Isso é uma fraude, é falso, é indesculpável, é má politica. É comprometer a futura geração por um ato covarde”.
De acordo com Guedes, não há interesses do governo em estender o estado de calamidade pública e consequentemente o auxílio emergencial.
Paulo Guedes ainda justificou que “não é nossa intenção, não é o que o presidente disse, não é o que o ministro quer de maneira alguma. Temos de ter responsabilidade pelo nosso Orçamento e mostrar que temos responsabilidade e força para pagar pela nossa própria guerra, e não deixar [a conta] para nossos filhos”
Contabilidade4 dias agoSenado simplifica regime tributário de profissionais liberais
Reforma Tributária4 dias agoConheça as opções de tributação que a Reforma trouxe para as empresas do Simples Nacional
INSS5 dias agoBolso cheio: INSS divulga as datas de pagamento do mês de julho
Contabilidade4 dias agoComo a inteligência artificial está redefinindo a profissão contábil
Contabilidade4 dias agoO que configura crime fiscal e como manter a regularidade na sua empresa
Simples Nacional4 dias agoComo abrir seu CNPJ em 2026 sem erro ou dor de cabeça
Fique Sabendo4 dias agoSenado aprova pagamento de pensão alimentícia via Pix
Contabilidade3 dias agoECF: publicado o manual do leiaute 12 com novas tabelas dinâmicas
































Receba nossas notícias pelo WhatsApp em primeira mão.