Imunização em Destaque: Tudo que Você Precisa Saber sobre a Vacina da Dengue

Aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a vacina da dengue representa uma ferramenta significativa na redução da incidência de casos graves e hospitalizações.

A pedido do Jornal Contábil, o Diretor Clínico da Salus Imunizações, Dr. Marco Cesar, explica detalhadamente, informações para aumentar a conscientização sobre a eficácia e importância dessa vacinação.

A Dengue no Brasil: Desafios e Prevenção

A dengue, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, continua sendo uma ameaça séria à saúde pública no Brasil. Com a vacina da dengue, a população ganha uma arma adicional no combate a essa doença.

A eficácia da vacina, com 80% após a 1a dose chegando a 90 a 15% com a segunda dose de proteção contra os quatro sorotipos vivos do vírus, é um marco significativo na redução de casos graves.

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Desenvolvida à base de anticorpos, a vacina estimula as defesas naturais do corpo humano, prevenindo cerca de 8 em cada 10 casos de dengue grave e com risco de hospitalização.

Leia também: Somente A Vacinação Não Eliminará O Câncer Do Colo Do Útero

Recomendada para indivíduos entre 4 e 60 anos, a vacina é especialmente benéfica para aqueles que já foram previamente infectados pela dengue.

Detalhes Técnicos da Vacina da Dengue

A composição da vacina, formada por vírus quiméricos cuja base do vírus tipo 2 da dengue, representa uma inovação na prevenção. Cada sorotipo do vírus foi obtido separadamente por meio de tecnologia de DNA recombinante, garantindo uma abordagem eficaz e segura..

Leia também: Vacina Contra Esquistossomose Vai Estar Disponível No SUS Em 2025

Administração e Doses Recomendadas

A via de administração subcutânea, abaixo da pele, proporciona a eficácia necessária. A aplicação da vacina ocorre em 2 doses subcutanea, com intervalo de 3 meses entre elas, garantindo uma imunização completa e duradoura.

Reações e Contraindicações

Após a vacinação, podem ocorrer reações leves, como cefaleia e dor no local da aplicação. No entanto, é essencial observar as contraindicações, que incluem gestação, amamentação, doença febril, uso prolongado de corticoides, imunossupressão e histórico de reações alérgicas graves.

Bia Montes

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