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Militantes palestinos dispararam mísseis em direção a Israel
Após uma operação de forças israelenses deixarem nove mortos na Cisjordânia, militantes palestinos dispararam mísseis em direção a Israel.
Comunidades ao sul do país perto da Faixa de Gaza acordaram ao som de alarmes de ataques aéreos, todos foram avisados para procurarem abrigos seguros.
Até o momento não há informações sobre feridos, o exército de Israel conseguiu interceptar alguns projeteis, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, ordenou que as autoridades sigam em alerta.
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Ataques a Cisjordânia
Ontem as tensões aumentaram com a operação israelense na cidade de Jenin na Cisjordânia que terminou com nove mortos e deixaram outros 12 feridos.
O número de mortos é o mais visto em anos, 2022, foi o ano com maior número de pessoas mortas dos dois lados em 20 anos, e as perspectivas para esse ano não são nada boas.
Com esses essas 9 mortes já chegam a 29 as pessoas que morreram. Na Palestina as forças israelenses dizem que estavam fazendo uma operação contra terroristas de uma organização chamada de rádio islâmica.
Esse grupo é um grupo militante ativo armado que de fato já fez algumas ações armadas contra a população de Israel, e as forças de defesa de Israel reconheceram a posição onde o grupo estava, eles dizem que foram recebidos a tiros pelos palestinos e reagiram.
Ainda não foi confirmada nenhuma baixa ou nenhum ferido entre os soldados israelenses, o que se tem até o momento é a morte dos nove palestinos inclusive uma senhora idosa que estava no local.
O crescente islâmico, que é o equivalente a Cruz Vermelha Internacional e opera na Cisjordânia, disse que as forças israelenses impediram por vários minutos a chegada dos médicos a esse campo de refugiados.
As forças de Israel também usaram gás lacrimogêneo e algumas crianças ficarem intoxicadas, mas agora passam bem, a violência muito provavelmente tende a continuar.
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Novos bombardeios em Gaza
Também hoje, as forças armadas de Israel divulgaram um novo vídeo mostrando ofensivas aéreas em Gaza. Segundo o exército os alvos eram unidades subterrâneas de montagem de mísseis e uma base militar do grupo islâmico Hamas, não há informações sobre vítimas.
A maioria dos foguetes de gás e foram interceptados pelos sistemas israelense de defesa aérea, tanto Hamas que controla a faixa de gaza como as rádio islâmica, prometeram represálias pela incursão de quinta-feira no campo de refugiados de Jenin.
A Palestina classificou a incursão como massacre, e anunciou que vai deixar de cooperar em assuntos de segurança com Israel, o departamento de estado dos Estados Unidos anunciou que o chefe da diplomacia americana vai viajar para a região na próxima semana para reduzir as tensões entre Israel e se Jordânia.
Os Emirados Árabes Unidos que normalizaram relações com Israel em 2020 condenaram o que foi chamado de assalto das forças israelenses e pediram uma reunião urgente com o Conselho de Segurança da ONU.
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