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Novo Bolsa Família, o que irá mudar? Confira

Nesta última quarta-feira (20) a atual gestão do país anunciou o benefício que vem para substituir o Bolsa Família criado durante o governo do ex-presidente Lula em 2003.
Agora, o programa será chamado Auxílio Brasil e deve começar ainda neste mês de novembro, pelo menos é o que diz o governo. Contudo, a medida ainda precisa ser aprovada por deputados e senadores para passar a valer.
Vale ressaltar que o Auxílio Emergencial criado em combate aos impactos da pandemia da covid-19 se encerra neste mês de outubro. Diante disso, o Auxilio Brasil vem como a maior aposta do governo para o futuro social do país.
A transição entre os dois benefícios contará com uma série de mudanças, previstas na Medida Provisória (MP) enviada ao Congresso Nacional. Posto isto, confira no tópico a seguir alguma das principais alterações no Bolsa Família.
O que muda com a liberação do Auxílio Brasil?
Previamente, cabe enfatizar que aqueles que já são contemplados pelo Bolsa Família já serão automaticamente integrados no Auxílio Brasil. Contudo, para ter nenhuma surpresa, é recomendado consultar os dados cadastrais contidos no Cadúnico e atualizá-los se necessário, visto que novo benefício irá exigir a inscrição devidamente atualizada no referido sistema.
Em relação às mudanças previstas, em especial, estão a ampliação do programa de 14 milhões para 17 milhões de contemplados, e o novo valor médio pago pelo benefício. Atualmente, os integrantes do Bolsa Família recebem, em média, R$ 191, a ideia é aumentar esta quantia para R$ 300.
Além disso, a pasta também prevê a concessão de novos abonos mediante o provento do Auxílio Brasil. Confira quais são os benefícios assegurados pelo novo programa:
- Benefício Primeira Infância
- Benefício Composição Familiar
- Benefício de Superação da Extrema Pobreza
- Auxílio Esporte Escolar
- Bolsa de Iniciação Científica Júnior
- Auxílio Criança Cidadã
- Auxílio Inclusão Produtiva Rural
- Auxílio Inclusão Produtiva Urbana
- Benefício Compensatório de Transição
Diante dessas alterações previstas, o programa que antes custava R$ 33,1 bilhões aos cofres públicos, agora precisará de um orçamento de quase o dobro, sendo de cerca de R$ 60 bilhões.
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