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Negócios

PMEs: O Brasil precisa olhar para esse mercado e ver quais medidas podem ser benéficas para o futuro

Autor: Esther Vasconcelos

Publicado em

“As PMEs funcionam como um termômetro da economia do país – se elas vão bem, o país vai bem e vice-versa.

Por isso, certamente as pequenas e médias empresas serão as responsáveis pela recuperação do Brasil”.

A frase é do Headhunter, especialista em recolocação executiva e sócio da OPTME RH, com 12 anos de experiência no mercado de capital humano, Marcelo Arone.

Para ele, o Brasil precisa olhar mais amiúde para esse mercado e esse olhar vai além da questão do recrutamento e seleção, embora essa seja uma área especialmente importante na retomada.

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“A retomada vai passar pela oferta de crédito, que deverá ser realizada de uma forma mais ampla pelos bancos”, explica ele, que segue: “vamos precisar de muita ajuda para que haja um fôlego maior no próximo ano”.

Outro ponto que Marcelo observa é a questão política: “será necessário acelerar o processo das reformas administrativa e tributária, por exemplo, para garantir que essas empresas tenham maior capacidade de receber aporte de fundos, inclusive de outros países.

Para isso, será preciso diminuir o custo Brasil, não tem outro jeito”, enfatiza o especialista em recrutamento de líderes. A expectativa é que, já em 2021, essas reformas aconteçam.

Um fator importante para o especialista, é a questão de recuperação jurídica das empresas, que precisa, urgentemente, ser modernizada.

“Embora muitos empresários veja a recuperação judicial com maus olhos, ela é uma ferramenta importantíssima que as empresas, especialmente as menores, podem usar para se reequilibrar e evitar a falência”, explica.

“Com a economia mais equilibrada ou em um caminho de equilíbrio”, lembra Marcelo, “sobe no palco principal a área de atração e seleção de pessoas”.

A partir do momento em que as empresas vislumbram uma retomada, mesmo que no logo prazo, vão buscar pessoas comprometidas e engajadas, que sejam relevantes no processo de recuperação.

Marcelo termina enfatizando que, se essa mesma pergunta fosse feita no final de 2019, quando não imaginávamos o que vinha pela frente, a resposta seria a mesma: “sim, as PMEs são o coração econômico, hoje, do Brasil”.

A diferença, segundo ele, é que, com a pandemia, mais do que nunca essas empresas precisam se reorganizar e voltar à ativa, contratar pessoas e retomar crescimento.

E, para isso, segundo Marcelo Arone, é preciso que haja um olhar apurado, mais oferta de crédito e medidas que ajudem os líderes a colocar os vagões novamente nos trilhos.

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Por Marcelo Arone é Headhunter, especialista em recolocação executiva e sócio da OPTME RH, com 12 anos de experiência no mercado de capital humano.

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