Chamadas
Qual a diferença entre falência e concordata?
O fim de uma empresa pode ocorrer por diversos motivos, como falta de rentabilidade, falta de investimento, má gestão, crises econômicas, mudanças no mercado ou tecnologias obsoletas, entre outros fatores.
Quando uma empresa está indo de mal a pior, logo se pensa na temida “FALÊNCIA”, porém, existe uma dúvida muito comum entre os empresarios, sobre qual a diferença entre falência e concordata.
Falência e concordata são duas formas diferentes de lidar com a situação financeira de uma empresa em dificuldades.
Leia também: O Fim De Um “Império”? Tupperware Está A Beira Da Falência
Falência X Concordata
A falência ocorre quando a empresa não consegue mais pagar suas dívidas e se declara insolvente. Nesse caso, a empresa é liquidada e seus ativos são vendidos para pagar os credores.
Já a concordata é um acordo entre a empresa e seus credores para reestruturar suas dívidas e evitar a falência.
Na concordata, a empresa continua a operar, mas sob a supervisão de um administrador judicial, que é responsável por garantir que o acordo seja cumprido.
A concordata pode ser requerida tanto pelo devedor quanto pelos credores.
A principal diferença entre falência e concordata é que na falência a empresa é liquidada, enquanto na concordata a empresa continua a operar, porém sob condições especiais.
A concordata é uma opção mais favorável para a empresa e seus empregados, já que permite a continuidade das atividades, enquanto a falência pode resultar na perda de empregos e na venda de ativos a preços abaixo do valor de mercado.
Leia também: Porque As Grandes Empresas Vão A Falência?
Recuperação judicial
Recuperação judicial é um processo jurídico previsto na Lei 11.101/2005, que permite que empresas em dificuldades financeiras possam reorganizar sua estrutura e dívidas, de forma a evitar a falência.
Para dar entrada no processo de recuperação judicial, a empresa precisa apresentar um plano de reestruturação que seja viável e que possa ser aprovado pelos credores.
Esse plano deve apresentar a forma como a empresa pretende reorganizar suas dívidas, reduzir custos e melhorar sua gestão financeira.
A recuperação judicial é um processo complexo e que pode durar anos, envolvendo diversas etapas e audiências judiciais.
Durante esse período, a empresa fica sob a supervisão de um administrador judicial, que é responsável por fiscalizar o cumprimento do plano de recuperação.
A recuperação judicial pode ser uma alternativa interessante para empresas que enfrentam dificuldades financeiras temporárias e que desejam se reorganizar para continuar operando.
No entanto, é importante destacar que nem todas as empresas em dificuldades financeiras são elegíveis para esse tipo de processo, e que é fundamental contar com a orientação de um advogado especializado em direito empresarial para tomar a melhor decisão para o negócio.
Contabilidade5 dias agoJustiça suspende aumento de imposto para empresas do Lucro Presumido
Contabilidade3 dias agoSenado simplifica regime tributário de profissionais liberais
INSS3 dias agoBolso cheio: INSS divulga as datas de pagamento do mês de julho
Reforma Tributária4 dias agoReforma Tributária e notas fiscais: mudanças a partir de agosto
Reforma Tributária3 dias agoConheça as opções de tributação que a Reforma trouxe para as empresas do Simples Nacional
MEI3 dias agoGoverno libera R$ 2 bilhões em garantias de crédito para MEIs e caminhoneiros comprarem veículos
Reforma Tributária4 dias agoRegra de validação do IBS e da CBS entra em testes no ambiente de homologação da SVRS
Reforma Tributária5 dias agoNova fase da Reforma Tributária exige adequação digital das empresas

































Receba nossas notícias pelo WhatsApp em primeira mão.