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SPED: As principais obrigações acessórias e documentos eletrônicos sujeitas a cruzamentos de dados

As principais obrigações acessórias e documentos eletrônicos sujeitas a cruzamentos de dados com o SPED são os seguintes:

  • Nota Fiscal Eletrônica – NF-e (mercadorias)
  • Nota Fiscal de Serviços Eletrônica – NFS-e (municipal)
  • Escrituração Fiscal Digital – Sped Fiscal EFD ICMS/IPI
  • EFD Contribuições (Pis, Cofins e CPRB – Contribuição Previdenciária sobre Receita Bruta)
  • Escrituração Contábil Digital (ECD)
  • ECF – Escrituração Contábil Fiscal (antiga DIPJ)
  • DCTF – Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais
  • Declaração de informações sobre atividades imobiliárias – Dimob
  • Declaração de operações com cartão de crédito – Decred
  • Declaração de Informações sobre Movimentação Financeira – Dimof (contas bancárias)
  • Declaração de Operações imobiliárias – DOI
  • Declaração Simplificada da Pessoa Jurídica – DSPJ
  • Simples Nacional – DEFIS (Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais)
  • Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física – DIRPF
  • Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – DITR
  • Pedido Eletrônico de Restituição ou Ressarcimento e da Declaração de Compensação – PER/DCOMP
  • Guia de recolhimento do FGTS e informações à Previdência Social – GFIP
  • eSocial – Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais Previdenciárias e Trabalhistas
  • Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte – DIRF
  • GIA – Guia de Apuração e Informação do ICMS (estadual)
  • DeSTDA – Declaração de Substituição Tributária, Diferencial de Alíquota e Antecipação (Simples Nacional)
  • Entre outras.

Diante dessas circunstâncias, é imperioso que as empresas tenham conhecimento básico da legislação fiscal para evitar contingências causadas por divergências de informações em relação às bases de dados das autoridades fiscais municipais, estaduais e federais.

Qualquer inconsistência apurada pode causar autuação que, a depender da gravidade do ato fiscal que gerou a autuação e do valor da penalidade, pode comprometer ou inviabilizar financeiramente uma empresa.

O ponto que merece maior atenção está na emissão de Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e), seja de mercadorias ou de serviços. Questões como “alíquotas” dos tributos, substituição tributária do CMS (MVA – Margem de Valor Agregado), DIFAL (Diferencial de Alíquotas) nas operações interestaduais destinadas a não contribuiante do ICMS, controle de remessas e retornos de mercadorias (demonstração, conserto etc.), devoluções e trocas de mercadorias (procedimento correto), documentos fiscais não enviados para escrituração fiscal, entre outros, são os principais motivos de autuações fiscais geradas pelo cruzamento eletrônico de dados.

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Ricardo de Freitas

Ricardo de Freitas não é apenas o CEO e Jornalista do Portal Jornal Contábil, mas também possui uma sólida trajetória como principal executivo e consultor de grandes empresas de software no Brasil. Sua experiência no setor de tecnologia, adquirida até 2013, o proporcionou uma visão estratégica sobre as necessidades e desafios das empresas. Ainda em 2010, demonstrou sua expertise em comunicação e negócios ao lançar com sucesso o livro "A Revolução de Marketing para Empresas de Contabilidade", uma obra que se tornou referência para o setor contábil em busca de novas abordagens de marketing e relacionamento com clientes. Sua liderança no Jornal Contábil, portanto, é enriquecida por uma compreensão multifacetada do mundo empresarial, unindo tecnologia, gestão e comunicação estratégica. Além disso é CEO da FiscalTalks Inteligência Artificial, onde desenvolve vários projetos de IA para diversas areas.

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