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Americanas: Sindicatos e Governo debatem o futuro de 44 mil funcionários
O futuro dos 44 mil funcionários das lojas Americanas foi debatido em uma reunião entre sindicatos e o Ministério do Trabalho.
Os sindicatos pediram ao Ministro do trabalho Luiz Marinho, que haja um encontro entre representante da Americanas e o ministério para que a empresa preste o esclarecimento sobre estratégias adotadas para manter os 44 mil empregos ligados à companhia em todo o país.
Ontem 30/01, em São Paulo na Força Sindical com a participação do ministro do trabalho Luiz Marinho e também o ministro da Previdência Carlos Lupi, sindicalistas colocaram toda essa situação.
Os sindicatos entraram com uma ação para garantia os direitos dos trabalhadores, uma questão bastante delicada que deve ainda ser perdurar por um bom tempo.
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Sem proposta!
O ministro do trabalho disse em São Paulo que é fundamental preservar as atividades da Americanas, em reunião com sindicalistas Luiz Marinho diz que o governo não tem proposta para solucionar o problema da varejista.
O encontro com representantes da centrais sindicais e de Sindicatos de Comerciários foi a portas fechadas oito entidades incluindo cute, ugt e a própria força assinaram um pedido entregue a Luís Marinho.
No pedido foi manifestada a preocupação com a preservação de 44 mil empregos na Americanas, além de centenas de milhares na rede de fornecedores, eles solicitaram a interferência Direta do ministro do trabalho no processo.
O ministro disse ser necessário encontrar como responsabilizar os acionistas da varejista e que o problema é isolado, chamou os causadores do rombo no balanço de “ave de rapina” que encontraram uma brecha para ficar mais bilionários do que já são.
A dívida das Americanas já ultrapassa os 41 bilhões de reais, para os trabalhadores a situação da empresa traz dúvidas, é provável que uma reestruturação feche lojas e corte funcionários.
A companhia entrou em recuperação judicial, a quarta maior da história do Brasil, neste mês de lá para cá há uma intensa batalha nos tribunais entre Americanas e credores.
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Processos no exterior
Os bancos credores, já falam em processar a empresa no exterior. Os bancos que são os principais credores das Americanas estão cercando a empresa por todos os lados.
O objetivo principal é aprofundar as investigações aqui no Brasil mas também estender com ações nos Estados Unidos.
Isso porque a Americanas também pediu reconhecimento do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos, no exterior os bancos acreditam que como dois dos três maiores acionistas tem residência, eles poderiam ter acesso a mais informações como os celulares por exemplo.
Além dos bancos muitos pequenos fornecedores, também não sabem se vão receber ou quanto irão receber.
A empresa também pede também para que o serviço de luz e a internet não sejam interrompidos, a Americanas entrou com recurso na Justiça do Rio de Janeiro para impedir o corte de luz e também de internet em razão da falta de pagamento.
Solicitou inclusive uma multa diária as empresas se o fizerem na casa de 100 mil reais, a empresa busca manter as suas atividades.
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