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Economia

Boletim Focus: veja as projeções para inflação, PIB e juros

Autor: Mariana Freitas

Publicado em

Boletim Focus / imagem: freepik

Nesta segunda-feira (10), foi divulgado uma nova edição do Boletim Focus, onde mostra os principais indicadores da economia brasileira e as estimativas do mercado financeiro.

De acordo com o relatório, o PIB deve permanecer com crescimento de 2,16% em 2025, mantendo a mesma estimativa das semanas anteriores. Já para os anos seguintes, a previsão está em 1,78% para 2026; 1,88% em 2027 e 2% em 2028.

Inflação

A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi mantida em 4,55% neste ano. Para 2026, a estimativa segue em 4,2%, com tendência de queda para os próximos anos, sendo 3,8% em 2027 e 3,5% em 2028. Apesar da desaceleração, o índice de 2025 ainda está ultrapassando o teto da meta de inflação, que é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

Após registrar queda em agosto, a inflação voltou a subir em setembro, com alta de 0,48%, influenciada pelo aumento na conta de luz. Mas, no acumulado de 12 meses, o IPCA alcançou 5,17%, de acordo com o IBGE.

Selic

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Para controlar a inflação, o Banco Central (BC) manteve a taxa Selic em 15% ano ano, decisão confirmada na última reunião do Copom. Entretanto, ainda optaram pela manutenção e indicaram que podem voltar a elevar os juros se necessário, diante de um ambiente internacional instável.

O que os analistas esperam é que a taxa básica encerre 2025 no mesmo nível de 15% e comece a ceder em 2026, quando deve recuar para 12,25%. As estimativas para os anos seguintes são: 10,5% em 2027 e 10% em 2028.

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Como funciona a taxa Selic?

A taxa Selic é o principal meio utilizado pelo BC para tentar controlar os preços, os juros mais altos tendem a reduzir o consumo e encarecer o crédito, o que ajuda a conter a inflação, mas também desacelera o crescimento econômico.

Dólar deve encerrar 2025 a R$ 5,41

O mercado projeta ainda que o dólar encerre 2025 cotado a R$ 5,41 e para 2026 foi cotado para R$ 5,50 no fim de 2026.

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