auxílio emergencial
Deputados se posicionam a favor do fim do auxílio emergencial

Mesmo após reformulação diante da extinção do Renda Brasil através do novo Renda Cidadã, o Governo Federal tem buscado meios para custear o programa, mas ainda, sem sucesso.
A intenção é para que a proposta seja aprovada pelo Congresso Nacional até o final de 2020, causa opiniões divergentes entre os deputados federais sobre a defesa ou não da implantação do programa em 2021.
A percepção sobre o posicionamento mencionado foi apresentada por uma pesquisa executada pela XP Investimentos.
Conforme o balanço, 45% dos parlamentares são a favor da prorrogação do auxílio emergencial se o Renda Cidadã não for aprovado.
No entanto, ao considerar somente os deputados da oposição, o índice sobe para 53%, enquanto, outros 42% correspondem aos demais partidos.
A pesquisa também apontou que, 16% também é a favor do adiamento do benefício emergencial, desde que haja a adequação perante o modelo vigente.
Destes, 34% são provenientes de partidos da oposição ao governo do presidente Jair Bolsonaro, enquanto as demais bancadas equivalem a 10% dos parlamentares.
Na oportunidade, o balanço ainda mostrou que, 83% dos deputados da oposição são a favor do aumento da parcela do auxílio emergencial que hoje é de R$ 300,00.

Enquanto isso, 69% dos parlamentares integrantes dos demais partido defendem uma nova quantia.
É importante lembrar que, o valor inicial oferecido para os três primeiros meses do auxílio era de R$ 600,00. Neste meio tempo, houve a prorrogação do benefício por mais duas parcelas, ambas diante do mesmo valor.
Posteriormente, no intuito de tentar oferecer algum suporte para a população em situação de vulnerabilidade socioeconômica, o Governo estabeleceu o novo valor de R$ 300,00 disponibilizado em quatro parcelas que terminarão em dezembro deste ano, junto ao decreto de estado em calamidade pública devido à pandemia.
Ao todo foram entrevistados 174 deputados federais de um total de 513 parlamentares, entre o período de 14 a 30 de setembro.
A pesquisa foi realizada de acordo com a proporção de representatividade da Câmara dos Deputados.
Sendo assim, houve a apuração de 25,5% de deputados e 74,5% dos demais partidos. Além do mais, o resultado foi divulgado anonimamente respeitando a identidade das pessoas ouvidas.
Por Laura Alvarenga
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