CLT
Fake news: MTE nega uso de capacete para todo o trabalhador rural
MTE esclarece que NR-31 permite o uso do chapéu de palha. Escolha do equipamento deve ser baseada em análise de riscos

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) negou, em nota oficial, que tenha havido qualquer alteração na Norma Regulamentadora nº 31 (NR-31) para exigir a substituição do tradicional chapéu de palha pelo capacete de segurança de forma indiscriminada por parte do trabalhador rural.
O esclarecimento surge após dúvidas no setor produtivo sobre uma suposta imposição do uso de capacetes para todos os trabalhadores rurais.
De acordo com o ministério, tanto o chapéu de aba larga — essencial para a proteção contra a radiação solar — quanto o capacete continuam sendo medidas válidas.
A definição de qual equipamento utilizar depende exclusivamente do Programa de Gerenciamento de Riscos no Trabalho Rural (PGRTR), documento técnico que identifica os perigos reais de cada atividade.
Leia também:
- Como a inteligência artificial está redefinindo a profissão contábil
- O que configura crime fiscal e como manter a regularidade na sua empresa
- Empresas do Simples Nacional devem ficar atentas a obrigações para evitar multas
- Como abrir seu CNPJ em 2026 sem erro ou dor de cabeça
- Senado aprova pagamento de pensão alimentícia via Pix
Critério técnico e riscos
A norma não estabelece uma obrigatoriedade genérica. O capacete de segurança só deve ser indicado quando houver risco real de impacto ou trauma na cabeça. Para atividades a céu aberto com exposição intensa ao sol, o chapéu de palha não apenas é permitido, como é indicado para prevenir doenças de pele e insolação.
A legislação atual segue uma hierarquia de proteção acordada de forma tripartite (governo, patrões e empregados). Primeiro, busca-se eliminar o risco na fonte ou adotar proteção coletiva. O Equipamento de Proteção Individual (EPI) é a última etapa e deve ser compatível com a função exercida.
Fiscalização
Alexandre Scarpelli, diretor do Departamento de Segurança e Saúde do Trabalho do MTE, reforça que a Auditoria Fiscal do Trabalho atua com base na realidade técnica do campo. “A atuação é pautada por critérios legais, com foco na vida do trabalhador, sem imposições arbitrárias ou desconectadas da rotina rural”, pontuou.
Com isso, o governo espera pacificar o entendimento entre produtores e sindicatos, reforçando que o aspecto cultural e as condições climáticas do meio rural são levados em conta na aplicação das normas de segurança.
INSS5 dias agoPrêmio ou salário? Receita explica quando há isenção de contribuição ao INSS
CLT4 dias agoNovas regras do crédito consignado CLT entram em vigor
Fique Sabendo5 dias agoO que muda na renovação da CNH para quem tem mais de 50 anos em 2026
Contabilidade3 dias agoJustiça suspende aumento de imposto para empresas do Lucro Presumido
Imposto de Renda4 dias agoReceita abre consulta ao 1º lote da restituição automática do IR; veja quem recebe
Reforma Tributária3 dias agoReforma Tributária e notas fiscais: mudanças a partir de agosto
CLT4 dias agoCalendário do PIS/Pasep 2026 está definido. Veja quando cai o abono
MEI4 dias agoDesenrola MEI começa nesta segunda com desconto de até 70%































Receba nossas notícias pelo WhatsApp em primeira mão.