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Ministério da Saúde promove oficina sobre a criação de App sobre a equidade no SUS
O Ministério da Saúde realizou, nesta quarta-feira (21), a Oficina de Inovação para Aplicação Digital do Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça e Valorização das Trabalhadoras no SUS. O aplicativo será hospedado dentro da plataforma ConecteSUS Cidadão e faz parte das ações previstas pelo programa. A oficina contou com a participação de 25 trabalhadoras e usuárias do Sistema Único de Saúde com diferentes profissões, incluindo representantes indígenas, quilombolas, comunidade LGBTQIAP+, lideranças de movimentos sociais e gestoras da saúde. A iniciativa aconteceu por meio das secretarias de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde e de Informação e Saúde Digital.
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O encontro teve como objetivo elaborar medidas digitais com foco na equidade, de forma colaborativa, a fim de produzir um protótipo para soluções dos problemas mapeados. A expectativa é que essas soluções possam ser testadas e implementadas, contribuindo para o enfrentamento das iniquidades na saúde em todo o país. “A iniciativa também vai permitir o estabelecimento de uma rede de colaboração para o desenvolvimento de tecnologias e estratégias que atendam às necessidades específicas de grupos populacionais vulneráveis e das trabalhadoras do SUS”, afirmou a diretora de Programas, Laíse Rezende.

Durante o encontro, as participantes tiveram oportunidade de compartilhar vivências e sugerir soluções para os desafios enfrentados pelas mulheres no setor de saúde. Além disso, puderam contribuir para a definição dos objetivos e funcionalidades do aplicativo. “Falar sobre equidade, raça e gênero são discussões importantes e urgentes. Portanto, passar um dia como o de hoje, planejando e construindo iniciativas que possam trazer resultados melhores para nós, faz toda a diferença”, defendeu a coordenadora de Inovação e Gestão do Conhecimento da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Mabelle Roque.
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A usuária do SUS, artista e poetisa Luana Rocha chama atenção sobre a importância de colocar as demandas da população periférica nos espaços de gestão e conseguir encontrar soluções práticas e efetivas para diminuir os problemas existentes. “É importante que a população se sinta escutada e que os equipamentos e aparelhos de saúde cheguem até quem precisa. Devemos nos sentir parte do SUS, não somente como usuários, mas também como propositores e pessoas que elaboram políticas que serão utilizadas por nós”, destacou.
Fonte: Ministério da Saúde
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