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Negócios

2020 mostrou as empresas o que é preciso para 2021: Resiliência

Autor: Esther Vasconcelos

Publicado em

2020 foi um ano que ninguém nunca teve no currículo. Ninguém pôde comentar de algo tão parecido como o que foi e está sendo vivido desde março do ano passado.

Você que percorreu pela crise do coronavírus em 2020, o que você fez para sobreviver a este ano? Todas as respostas são grandes aprendizados e podem ser um grande diferencial para quem passou por esse momento histórico. 

O modo como as pessoas encararam a pandemia, mostra o que puderam abstrair desse caos mundial. 

Viver com um planejamento limitado, talvez tenha sido o maior desafio de todos, porque antes, alguns não tinham uma métrica de objetivos traçados, mas sabiam que conseguiriam chegar até lá, mesmo que de uma forma mais lenta.

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Outros, muito bem estruturados, planejavam até o que seria feito em alguns anos. E agora? Como foi viver em um cenário que não se podia planejar, pois a cada dia, uma nova notícia chegava e desamparava cada fio de esperança de que a pandemia acabaria em alguns míseros meses?  

Os CEOs não tiveram muito tempo de prever o negócio e, quando não se tem tempo, tem de estar muito bem preparado para tomar decisões rápidas, baseado no cenário do dia anterior.

Fomos obrigados a tomar decisões, assertivas ou não, pois não tínhamos as respostas para o amanhã. A meu ver foi muito positivo.   

As empresas tiveram de evoluir na marra, tornando-se muito mais fortes hoje do que em janeiro quando o ano ainda aparentava ser apenas mais um. Em um ano, as empresas fizeram o que estava programa para três até cinco anos corridos. 

Designed by @rawpixel.com / freepik
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O desconforto fez com que nos tornássemos mais competitivos, poupássemos o caixa e fizemos rígidos controles de custo e despesas. 

Com isso, como o próprio dito popular afirma “ano novo, vida nova”, dessa vez, a vida nova virá para todo mundo, querendo ou não.

O ano de 2021 que começou será realmente novo também porque ainda não sabemos o que irá acontecer e, além disso, entraremos todos mais resilientes.  

Ao ficarmos em casa, fomos forçados a ter coragem de implementar tecnologia no dia a dia. A pandemia abriu os olhos e as experiências positivas empresavão permanecer, como por exemplo, as reuniões virtuais, as facilidades de compras pela internet, a telemedicina…. Mudamos também o modo de olhar para a vida.

Ela se tornou mais valiosa e um novo modo de pensar em todo um ecossistema foi ativado. Precisamos cuidar de toda cadeia que nos envolve: parceiros, fornecedores, clientes, colaboradores e a sociedade.  

E como ficamos mais resilientes, não criamos expectativas altas para o ano que começou. Agora, trabalhamos mês a mês, de acordo com o cenário. É preciso estar preparado para o caos. 

E não há outro jeito. A tecnologia deixou há muito tempo de ser o CPD e quem não a enxerga como ferramenta de sobrevivência, não vai ter acesso ao mercado. 

As empresas listadas em bolsa e, as mais bem avaliadas, não são mais somente varejo e relativos, são as empresas de tecnologia. 

É um caminho sem volta e que pode nos ajudar a criar processos mais eficientes para que a sociedade possa se preocupar a ser mais humana.   

Por Celso Sato é presidente da Accesstage,Techfin, que integra tecnologia e serviços para simplificar e promover maior performance na gestão financeira, tem como posicionamento empoderar os gestores financeiros por meio de tecnologias para ver, prever e agir, assim tornando-os confiantes para tomar decisões acertadas.  

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