Sem categoria
“Imposto do Pecado”: conheça mais sobre esse novo imposto!
No contexto da Reforma Tributária brasileira, o termo “imposto do pecado” ganhou destaque. Essa denominação popular se refere ao Imposto Seletivo (IS), um tributo federal criado com o objetivo de desestimular o consumo de produtos considerados nocivos à saúde pública e ao meio ambiente.
Quais produtos serão taxados pelo “Imposto do Pecado”?
A lista de produtos abrangidos pelo IS é extensa e inclui :
Cigarros: Todos os tipos de cigarros e produtos derivados do tabaco.
Bebidas alcoólicas: Cervejas, vinhos, licores e outras bebidas com teor alcoólico acima de zero.
- Combustíveis fósseis: Gasolina, diesel, querosene e outros combustíveis derivados do petróleo.
- Veículos automotores: Carros, motos, caminhões e outros veículos que utilizam combustíveis fósseis, incluindo os elétricos.
- Embarcações e aeronaves: Iates, barcos, aviões e outros meios de transporte movidos a combustíveis fósseis.
- Produtos açucarados: Refrigerantes, sucos artificiais, energéticos e outros produtos com alto teor de açúcar adicionado.
- Bens minerais: Extração de minérios como ferro, cobre, ouro e outros.
- Jogos de azar e apostas: Apostas em jogos online e presenciais, loterias, cassinos e bingos.
Como funcionará o “Imposto do Pecado”?
O Imposto Seletivo é um tributo adicional que incidirá sobre a base de cálculo do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) ou da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A alíquota do IS será definida por lei específica para cada produto e pode ser superior à alíquota geral do IBS ou CBS.
Quais são os objetivos desse imposto?
A implementação do “Imposto do Pecado” visa alcançar diversos objetivos, incluindo:
Desestimular o consumo de produtos nocivos: Ao aumentar o preço final desses produtos, espera-se reduzir o consumo e, consequentemente, os impactos negativos à saúde pública e ao meio ambiente.
Aumentar a arrecadação fiscal: A renda gerada pelo IS pode ser utilizada para financiar políticas públicas de saúde, educação, meio ambiente e outras áreas prioritárias.
É importante ressaltar que a previsão de cobrança do Imposto Seletivo (IS) seja entre 2025 e 2026, e é provável que o “imposto do pecado” tenha um grande impacto nos hábitos de consumo da população brasileira .
Por Lucas de Sá Pereira, contador, criador do instagram @contadorlucaspereira e colunista do Jornal Contábil.
Reforma Tributária4 dias agoConheça as opções de tributação que a Reforma trouxe para as empresas do Simples Nacional
Contabilidade4 dias agoSenado simplifica regime tributário de profissionais liberais
Contabilidade4 dias agoComo a inteligência artificial está redefinindo a profissão contábil
Contabilidade4 dias agoO que configura crime fiscal e como manter a regularidade na sua empresa
Imposto de Renda3 dias agoEvite multas: veja as regras e novidades da Declaração do ITR 2026
Contabilidade4 dias agoECF: publicado o manual do leiaute 12 com novas tabelas dinâmicas
Simples Nacional4 dias agoComo abrir seu CNPJ em 2026 sem erro ou dor de cabeça
Contabilidade3 dias agoFGTS Digital ficará indisponível para manutenção
































Receba nossas notícias pelo WhatsApp em primeira mão.