Chamadas
PEC do Auxílio emergencial pode acabar com gasto com saúde e educação

A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que prorroga o auxílio emergencial para este ano deixará de exigir os gastos mínimos relativos a saúde e educação em União, estados e municípios. No mais a PEC também pode congelar o salário dos servidores públicos por aproximadamente dois anos.
O texto da PEC foi elaborado pelo senador Márcio Bittar (MDB-AC) ao qual a GLOBO conseguiu acesso. A sessão que deve votar a proposta esta marcada para a próxima quinta-feira. Até lá, nada impede que o texto possa passar por novas alterações.

Como funciona o gasto mínimo?
De acordo com a Constituição, tanto os estados quanto municípios devem aplicar pelo menos 25% da receita resultante de impostos e transferências na manutenção bem como no desenvolvimento da Educação.
Já para a União o percentual mínimo fixado era de 18% até o ano de 2017. Contudo, o teto de gastos estipulou que a partir de 2018 a União deve investir pelo menos o mesmo valor de 2017 com o acréscimo da inflação do ano anterior.
Para o caso da saúde o percentual mínimo é de 12% no caso da receita para estados, já para municípios o percentual mínimo é de 15%. Para a União os gastos com a saúde era de 15% até 2017 onde a regra mudou. Agora a União deve investir ao menos o mesmo valor de 2017 com acréscimo da inflação relativa ao ano anterior.
Previsão do Auxílio Emergencial
A previsão é de que o Auxílio Emergencial este ano seja liberado com parcelas de R$ 250, além disso está sendo definido a quantidade de parcelas. Até o momento o movimento que mais ganha força é a liberação de parcelas para os meses de março, abril, maio e junho.
Algumas regras também podem mudar, como no caso das mães de família que recebiam duas cotas de pagamento e que para este ano devem receber apenas uma cota com os demais beneficiários.
Por fim o governo deve viabilizar um novo pente-fino dos beneficiários para realizar o pagamento somente para quem faz jus ao recebimento. No total esse pente-fino utilizará a base de dados de 11 bancos de dados que vão cruzar informações entre o CAGED, INSS, CNIS e demais informações para verificar a necessidade de liberação aos cidadãos.
Contabilidade5 dias agoJustiça suspende aumento de imposto para empresas do Lucro Presumido
Contabilidade2 dias agoSenado simplifica regime tributário de profissionais liberais
INSS3 dias agoBolso cheio: INSS divulga as datas de pagamento do mês de julho
Reforma Tributária4 dias agoReforma Tributária e notas fiscais: mudanças a partir de agosto
Reforma Tributária2 dias agoConheça as opções de tributação que a Reforma trouxe para as empresas do Simples Nacional
MEI3 dias agoGoverno libera R$ 2 bilhões em garantias de crédito para MEIs e caminhoneiros comprarem veículos
Reforma Tributária4 dias agoRegra de validação do IBS e da CBS entra em testes no ambiente de homologação da SVRS
Reforma Tributária5 dias agoNova fase da Reforma Tributária exige adequação digital das empresas

































Receba nossas notícias pelo WhatsApp em primeira mão.