Chamadas
Tenho direito a pensão por morte mesmo após divórcio?

A Pensão por Morte é um benefício previdenciário essencial que visa amparar os dependentes financeiramente após o falecimento de um segurado.
No caso de casais divorciados, essa questão torna-se mais complexa, com isso surgem varias dúvidas, e a principal delas é: Tenho direito a pensão por morte mesmo após divórcio?
Se você quer saber mais sobre o assunto, continue a leitura!
O que é pensão por morte?
A Pensão por Morte representa um benefício previdenciário destinado aos dependentes do segurado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que venha a falecer.
Seu propósito é proporcionar amparo financeiro aos beneficiários, assegurando-lhes uma renda mensal para atender às suas necessidades básicas.
Para requerer a Pensão por Morte, o dependente deve apresentar documentos como certidão de óbito do segurado, comprovantes do vínculo de dependência econômica e evidência de que o segurado era filiado ao INSS.
O pedido pode ser realizado por meio do site do INSS, telefone (135) ou em uma agência da Previdência Social.
O valor do benefício é calculado com base na renda do segurado falecido, sendo o percentual variável de acordo com a quantidade de dependentes.
Leia Também: Pensão Por Morte: Como Solicitar E Qual O Prazo?
Quem tem direito?
Os dependentes com direito à Pensão por Morte incluem o
- cônjuge ou companheiro(a) supérstite,
- filhos não emancipados menores de 21 anos ou inválidos,
- pais e irmãos não emancipados menores de 21 anos ou inválidos.
A elegibilidade para a Pensão por Morte está condicionada à comprovação do vínculo de dependência econômica entre o beneficiário e o segurado falecido.
Tal vínculo pode ser estabelecido por meio de documentos como:
- certidão de casamento,
- certidão de união estável,
- declaração de imposto de renda conjunta,
- extratos bancários em nome do segurado e do dependente,
- comprovantes de despesas cotidianas (como aluguel, alimentação, educação, etc.) e
- testemunhos de pessoas que testemunharam a relação entre o segurado e o dependente.
Além disso, o dependente deve estar na condição de segurado do INSS ou de dependente de um segurado.
Pensão por Morte para Divorciados
A legislação previdenciária passou por modificações significativas com a promulgação da Lei nº 13.135/2015, que alterou a Lei nº 8.213/1991.
Uma das mudanças relevantes foi a garantia do direito à pensão por morte para ex-cônjuges, desde que seja comprovada a dependência econômica em relação ao falecido.
Para validar a dependência econômica, é essencial apresentar documentos que evidenciem que o ex-cônjuge recebia suporte financeiro do falecido, seja por meio de alimentos ou contribuições nas despesas cotidianas.
É crucial ressaltar que, mesmo que o benefício tenha sido solicitado e concedido a outros beneficiários, como filhos, pais ou irmãos, o ex-cônjuge ainda terá direito à pensão por morte.
Nesse cenário, a distribuição do benefício ocorre proporcionalmente entre os beneficiários, de acordo com suas respectivas cotas.
Portanto, se você é divorciado mas mantinha dependência econômica do seu ex-cônjuge, há a possibilidade de ter direito à pensão por morte.
Leia Também: Valor E Duração Da Pensão Por Morte Tiveram Alterações. Confira!
Como comprovar dependência econômica do ex-cônjuge?
A seguir, apresentamos alguns exemplos de documentos que podem ser utilizados para comprovar a dependência econômica do ex-cônjuge:
- Declaração de imposto de renda conjunta;
- Certidão de casamento ou união estável;
- Extratos bancários em nome do ex-cônjuge e do beneficiário;
- Comprovantes de despesas do dia a dia, como aluguel, alimentação, educação, etc.;
- Testemunhos de pessoas que conheciam a relação do ex-casal.
A busca por esse direito específico requer cuidado na apresentação de documentos e na compreensão das nuances legais envolvidas.
Imposto de Renda5 dias agoTem doença grave? Veja quando a declaração do Imposto de Renda continua obrigatória
Fique Sabendo5 dias agoProjeto dobra pena para motoristas condenados por morte no trânsito
Simples Nacional4 dias agoReforma Tributária cria novo desafio para empresas do Simples Nacional
Contabilidade3 dias agoe-BEF: Regras e obrigatoriedade da nova obrigação acessória
Imposto de Renda3 dias agoReceita faz pente-fino e cobra R$ 238 milhões de devedores do Imposto de Renda
Contabilidade3 dias agoContador para abrir CNPJ é necessário?
CLT4 dias agoA partir de terça, trabalhador pode usar o FGTS para quitar dívida no Desenrola 2.0
Contabilidade3 dias agoComissão da Câmara aprova fim do “cálculo por dentro” em tributos

































Receba nossas notícias pelo WhatsApp em primeira mão.